array(31) {
["id"]=>
int(137489)
["title"]=>
string(66) "União Brasil já está sendo cobiçado por candidatos ao Planalto"
["content"]=>
string(3749) "ELEIÇÕES
O recém-nascido União Brasil (UB) mal chegou ao cenário político e eleitoral e já é motivo de cobiça. Com a maior bancada da Câmara dos Deputados, capilaridade em várias unidades da Federação e uma boa parcela dos fundos Eleitoral e Partidário, começa a ser cortejado por aqueles que querem ter ao lado um aliado poderoso. Mas esta é a parte visível do gigante, pois, internamente, várias arestas precisam ser aparadas em nome da união da legenda.
Uma questão que precisa ser resolvida é como ficam os bolsonaristas, que antes integravam as bancadas do DEM e do PSL — os dois partidos que deram à luz ao União Brasil. A cúpula trabalha com a certeza de que haverá saídas, como a da deputada Carla Zambelli (PSL-SP), que ontem anunciou estar embarcando rumo ao PL, partido do presidente Jair Bolsonaro. O comando da nova legenda, porém, não acredita numa debandada, capaz de desidratar a bancada no Congresso.
"A legenda tem TV e rádio, estrutura, fundo, capilaridade e está em todas as unidades da Federação. Vamos conseguir equilibrar, entre saídas e ingressos, e permanecer ali em torno de 70 deputados", previu o primeiro-secretário da legenda, Efraim Neto (DEM-PB).
Outra questão a ser equalizada são as candidaturas nos estados. Na Bahia desde já há um impasse: parte da bancada do UB pretendia apoiar o ministro da Cidadania, João Roma, para o Palácio de Ondina, mas o fator impeditivo é secretário-geral da legenda, ACM Neto — que pleiteia o mesmo posto.
Cenário intrincado
Se o tabuleiro de xadrez nos estados mostra peças em situação complicada, a corrida presidencial também aponta para um cenário de difícil coesão dentro do UB. Uma parte da agremiação quer seguir Bolsonaro em outubro, mas outra flerta com a possibilidade de atrair Sergio Moro (Podemos) para os quadros.
Segundo o presidente do UB, Luciano Bivar, já houve conversas com o ex-juiz da Operação Lava-Jato no passado e as coisas estão "fluindo". A ideia, no entanto, é rechaçada com veemência pela presidente do Podemos, Renata Abreu.
"Moro é o melhor pré-candidato para a Presidência e se destaca com seu potencial eleitoral, capaz de acabar com a polarização dos extremos nas eleições deste ano. É natural que seja constantemente cortejado por outros partidos. Mas não existe conversa sobre mudança", garantiu. A respeito da possibilidade de uma federação com o UB, Renata respondeu que não se discute isso. Na mesa, há, ainda, a possibilidade de o União Brasil dar o vice da chapa de Moro.
"Caso as divergências do partido não sejam superadas, a começar pelo alinhamento entre Luciano Bivar e ACM Neto, o partido corre o risco de contrariar o propósito pelo qual foi fundado", alerta Matheus Albuquerque, sócio da consultoria Dharma Politics. (Colaborou Tainá Andrade)
"
["author"]=>
string(38) "Cristiane Noberto /Correio Braziliense"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(588795)
["filename"]=>
string(17) "bivardeputado.jpg"
["size"]=>
string(5) "41751"
["mime_type"]=>
string(10) "image/jpeg"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(9) "marquivo/"
}
["image_caption"]=>
string(44) " Foto: Michel Jesus/ Câmara dos Deputados"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(0) ""
["author_slug"]=>
string(37) "cristiane-noberto-correio-braziliense"
["views"]=>
int(256)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(62) "uniao-brasil-ja-esta-sendo-cobicado-por-candidatos-ao-planalto"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(431)
["name"]=>
string(9) "Política"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "politica"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(431)
["name"]=>
string(9) "Política"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "politica"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-02-12 20:03:37.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-02-12 20:03:37.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2022-02-12T20:10:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(26) "marquivo/bivardeputado.jpg"
}
ELEIÇÕES
O recém-nascido União Brasil (UB) mal chegou ao cenário político e eleitoral e já é motivo de cobiça. Com a maior bancada da Câmara dos Deputados, capilaridade em várias unidades da Federação e uma boa parcela dos fundos Eleitoral e Partidário, começa a ser cortejado por aqueles que querem ter ao lado um aliado poderoso. Mas esta é a parte visível do gigante, pois, internamente, várias arestas precisam ser aparadas em nome da união da legenda.
Uma questão que precisa ser resolvida é como ficam os bolsonaristas, que antes integravam as bancadas do DEM e do PSL — os dois partidos que deram à luz ao União Brasil. A cúpula trabalha com a certeza de que haverá saídas, como a da deputada Carla Zambelli (PSL-SP), que ontem anunciou estar embarcando rumo ao PL, partido do presidente Jair Bolsonaro. O comando da nova legenda, porém, não acredita numa debandada, capaz de desidratar a bancada no Congresso.
"A legenda tem TV e rádio, estrutura, fundo, capilaridade e está em todas as unidades da Federação. Vamos conseguir equilibrar, entre saídas e ingressos, e permanecer ali em torno de 70 deputados", previu o primeiro-secretário da legenda, Efraim Neto (DEM-PB).
Outra questão a ser equalizada são as candidaturas nos estados. Na Bahia desde já há um impasse: parte da bancada do UB pretendia apoiar o ministro da Cidadania, João Roma, para o Palácio de Ondina, mas o fator impeditivo é secretário-geral da legenda, ACM Neto — que pleiteia o mesmo posto.
Cenário intrincado
Se o tabuleiro de xadrez nos estados mostra peças em situação complicada, a corrida presidencial também aponta para um cenário de difícil coesão dentro do UB. Uma parte da agremiação quer seguir Bolsonaro em outubro, mas outra flerta com a possibilidade de atrair Sergio Moro (Podemos) para os quadros.
Segundo o presidente do UB, Luciano Bivar, já houve conversas com o ex-juiz da Operação Lava-Jato no passado e as coisas estão "fluindo". A ideia, no entanto, é rechaçada com veemência pela presidente do Podemos, Renata Abreu.
"Moro é o melhor pré-candidato para a Presidência e se destaca com seu potencial eleitoral, capaz de acabar com a polarização dos extremos nas eleições deste ano. É natural que seja constantemente cortejado por outros partidos. Mas não existe conversa sobre mudança", garantiu. A respeito da possibilidade de uma federação com o UB, Renata respondeu que não se discute isso. Na mesa, há, ainda, a possibilidade de o União Brasil dar o vice da chapa de Moro.
"Caso as divergências do partido não sejam superadas, a começar pelo alinhamento entre Luciano Bivar e ACM Neto, o partido corre o risco de contrariar o propósito pelo qual foi fundado", alerta Matheus Albuquerque, sócio da consultoria Dharma Politics. (Colaborou Tainá Andrade)