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O ex-presidente tem 47% das intenções de voto, o mesmo patamar da rodada anterior, em junho, enquanto o atual ocupante do Palácio do Planalto oscilou positivamente um ponto, com 29%. A margem de erro do levantamento, contratado pela Folha de S.Paulo e feito nesta quarta (27) e quinta-feira (28), é de dois pontos percentuais.
"A pré-campanha é muito pessoal. As ações do Lula ou do Bolsonaro não contribuíram para que nenhum dos dois melhorasse. Oscilação não é melhorar. O que continua dando vantagem ao Lula, que segue favorito", diz Kassab.
"Agora começa a campanha. Qualquer mudança estará atrelada à eficiência da campanha, seja para melhorar ou para piorar. A pré-campanha é muito a pessoa, a figura do candidato. Agora, na campanha, você tem comunicação, horário gratuito, estrutura, debate. Todo um envolvimento de partidos, de estrutura, permitido por lei", continua.
"As campanhas são o último recurso que têm os candidatos. Em geral, para quem está atrás nessa fase, é o último recurso. Com uma boa estrutura de campanha, de comunicação, presença no horário gratuito, nos debates, Bolsonaro pode melhorar. É o que ele tem como recurso", conclui.
Para o ex-ministro, como está atrás na disputa, o presidente pode se prejudicar caso mantenha a decisão de não participar dos debates.
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O ex-presidente tem 47% das intenções de voto, o mesmo patamar da rodada anterior, em junho, enquanto o atual ocupante do Palácio do Planalto oscilou positivamente um ponto, com 29%. A margem de erro do levantamento, contratado pela Folha de S.Paulo e feito nesta quarta (27) e quinta-feira (28), é de dois pontos percentuais.
"A pré-campanha é muito pessoal. As ações do Lula ou do Bolsonaro não contribuíram para que nenhum dos dois melhorasse. Oscilação não é melhorar. O que continua dando vantagem ao Lula, que segue favorito", diz Kassab.
"Agora começa a campanha. Qualquer mudança estará atrelada à eficiência da campanha, seja para melhorar ou para piorar. A pré-campanha é muito a pessoa, a figura do candidato. Agora, na campanha, você tem comunicação, horário gratuito, estrutura, debate. Todo um envolvimento de partidos, de estrutura, permitido por lei", continua.
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Para o ex-ministro, como está atrás na disputa, o presidente pode se prejudicar caso mantenha a decisão de não participar dos debates.