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As mulheres ocuparão 20 das 77 cadeiras da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) a partir de 2027, o equivalente a cerca de 26% do Parlamento mineiro. O resultado das eleições deste domingo (4) mostra que aproximadamente três em cada quatro vagas continuarão nas mãos de homens. Entre as eleitas, 14 garantiram a permanência na Casa e seis vão estrear como deputadas estaduais.
A nova composição tomará posse em 1º de fevereiro de 2027, quando começa a 21ª Legislatura da Assembleia.
A mulher mais votada para deputada estadual em Minas foi Beatriz Cerqueira (PT), que recebeu 328.399 votos, ou 2,90% dos votos válidos. Ela ficou atrás apenas de Bruno Engler (PL) na votação geral para a ALMG e chegará ao terceiro mandato consecutivo. Em suas duas primeiras legislaturas, presidiu a Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia.
Na sequência entre as mulheres aparecem Lud Falcão (Republicanos), com 159.944 votos, e Macaé Evaristo (PT), com 157.267. As duas foram reeleitas. Lud iniciará o segundo mandato, enquanto Macaé retorna à Assembleia após ter ocupado o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania entre setembro de 2024 e março deste ano.
Também permanecem na Casa Chiara Biondini (PL), Maria Clara Marra (PSDB), Leninha (PT), Nayara Rocha (PP), Ana Paula Siqueira (PT), Carol Caram (Avante), Delegada Sheila (PL), Alê Portela (PL), Andréia de Jesus (PT), Marli Ribeiro (PL) e Amanda Teixeira Dias (PL).
Entre elas há parlamentares que chegarão ao terceiro mandato. É o caso de Ana Paula Siqueira, que presidiu a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher durante a 20ª Legislatura, e Andréia de Jesus, que já presidiu a Comissão de Direitos Humanos e foi vice-presidente da comissão voltada aos direitos das mulheres.
Leninha também iniciará o terceiro mandato. Na atual passagem pela Casa, ela chegou à 1ª vice-presidência da ALMG no biênio 2023-2025 e, na legislatura anterior, liderou a Bancada Feminina.
Seis mulheres estreiam na Assembleia
Das 20 mulheres eleitas, seis ocuparão uma cadeira na ALMG pela primeira vez: Adriana Souza (PT), Iza Lourença (PSOL), Dra. Laís Santiago (PDT), Roberta Lopes (PL), Marília Amaral (PL) e Flávia Borja (Podemos).
Entre as estreantes, Iza Lourença teve a maior votação, com 104.524 votos. Ela deixa a Câmara Municipal de Belo Horizonte depois de dois mandatos como vereadora e assumirá pela primeira vez uma cadeira no Parlamento estadual.
Adriana Souza, que recebeu 85.316 votos, também fará sua estreia. Professora de História e vereadora de Contagem, ela havia disputado uma vaga na Assembleia em 2022, quando obteve 25.314 votos e ficou como suplente.
A médica Dra. Laís Santiago, de Montes Claros, foi eleita com 79.016 votos. Vice-diretora clínica do Hospital Dilson Godinho, ela terá o primeiro mandato eletivo na Assembleia.
Completam o grupo das estreantes Roberta Lopes, eleita com 63.840 votos; Marília Amaral, com 42.874; e Flávia Borja, com 39.658. Roberta era vereadora em Juiz de Fora e Flávia exerceu dois mandatos na Câmara Municipal de Belo Horizonte. Marília, por sua vez, chega à ALMG em seu primeiro mandato.
PL concentra maior número de mulheres
A distribuição partidária mostra uma concentração das deputadas principalmente em PL e PT. Juntas, as duas legendas terão 13 das 20 mulheres eleitas, ou 65% da bancada feminina.
O PL terá sete deputadas: Alê Portela, Amanda Teixeira Dias, Chiara Biondini, Delegada Sheila, Marli Ribeiro, Roberta Lopes e Marília Amaral. Dessas, cinco foram reeleitas e duas - Roberta e Marília - chegam para o primeiro mandato.
O PT terá seis mulheres: Beatriz Cerqueira, Macaé Evaristo, Leninha, Ana Paula Siqueira e Andréia de Jesus foram reeleitas, enquanto Adriana Souza estreia na Assembleia.
As outras sete cadeiras femininas estão distribuídas entre sete partidos: Republicanos, com Lud Falcão; PSOL, com Iza Lourença; PSDB, com Maria Clara Marra; PP, com Nayara Rocha; PDT, com Dra. Laís Santiago; Avante, com Carol Caram; e Podemos, com Flávia Borja.
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A nova composição tomará posse em 1º de fevereiro de 2027, quando começa a 21ª Legislatura da Assembleia.
A mulher mais votada para deputada estadual em Minas foi Beatriz Cerqueira (PT), que recebeu 328.399 votos, ou 2,90% dos votos válidos. Ela ficou atrás apenas de Bruno Engler (PL) na votação geral para a ALMG e chegará ao terceiro mandato consecutivo. Em suas duas primeiras legislaturas, presidiu a Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia.
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Entre elas há parlamentares que chegarão ao terceiro mandato. É o caso de Ana Paula Siqueira, que presidiu a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher durante a 20ª Legislatura, e Andréia de Jesus, que já presidiu a Comissão de Direitos Humanos e foi vice-presidente da comissão voltada aos direitos das mulheres.
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Seis mulheres estreiam na Assembleia
Das 20 mulheres eleitas, seis ocuparão uma cadeira na ALMG pela primeira vez: Adriana Souza (PT), Iza Lourença (PSOL), Dra. Laís Santiago (PDT), Roberta Lopes (PL), Marília Amaral (PL) e Flávia Borja (Podemos).
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