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string(4401) "BRUNO BARRAL
Repórter de Política. Formado em Jornalismo pela UFMG e mestrando do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da mesma instituição. Atuou como assessor parlamentar em 2021.
A Polícia Federal (PF), em ação conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU), realizou, nesta quinta-feira (3/4), a terceira fase da Operação Overclean, que levou ao afastamento de Bruno Barral do cargo de secretário de Educação de Belo Horizonte. A operação, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), faz parte de uma investigação sobre um esquema de fraudes em licitações.
Segundo a corporação, o objetivo da operação é desarticular um grupo suspeito de desviar recursos públicos e praticar crimes como corrupção e lavagem de dinheiro.
Entre os alvos da operação está o secretário de Educação, Bruno Barral. Ele assumiu a função no ano passado e tem ligação política com o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil). Ele já havia ocupado a mesma função na gestão de ACM.
"A ação cumpriu 16 mandados de busca e apreensão em Salvador (BA), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Aracaju (SE). Além disso, uma ordem de afastamento cautelar foi expedida contra um servidor público, que teve suas funções suspensas", informou a PF.
As investigações apontam que a organização criminosa movimentou aproximadamente R$ 1,4 bilhão por meio de contratos fraudulentos e obras superfaturadas. Os crimes apurados incluem corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações, lavagem de dinheiro e obstrução da Justiça.
Prefeitura de BH ainda não foi notificada
Em coletiva de imprensa, logo após ser empossado Prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União Brasil) afirmou que a prefeitura ainda não foi notificada sobre o caso. O chefe do Executivo municipal ressaltou também que não irá "passar a mão na cabeça" de nenhum secretário. "Vai ter que responder pelos atos dele", disse.
O prefeito também esclareceu que o caso se refere à projetos relacionados ao estado da Bahia, e não envolve a Secretaria de Educação de Belo Horizonte.
"Foi agora de manhã (a operação), antes de eu tomar posse. A gente recebeu a notícia, a Prefeitura ainda não foi notificada, parece que é um processo envolvendo projetos na Bahia, em Salvador. Não é sobre a Secretaria de Educação de Belo Horizonte. Mas, obviamente, todo secretário, todo, qualquer, não vai passar a mão na cabeça de secretário. Eu não vou passar, qualquer que seja o secretário, vai ter que responder pelos atos dele. Isso serve para todos"
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A Polícia Federal (PF), em ação conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU), realizou, nesta quinta-feira (3/4), a terceira fase da Operação Overclean, que levou ao afastamento de Bruno Barral do cargo de secretário de Educação de Belo Horizonte. A operação, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), faz parte de uma investigação sobre um esquema de fraudes em licitações.
Segundo a corporação, o objetivo da operação é desarticular um grupo suspeito de desviar recursos públicos e praticar crimes como corrupção e lavagem de dinheiro.
Entre os alvos da operação está o secretário de Educação, Bruno Barral. Ele assumiu a função no ano passado e tem ligação política com o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil). Ele já havia ocupado a mesma função na gestão de ACM.
"A ação cumpriu 16 mandados de busca e apreensão em Salvador (BA), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Aracaju (SE). Além disso, uma ordem de afastamento cautelar foi expedida contra um servidor público, que teve suas funções suspensas", informou a PF.
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Prefeitura de BH ainda não foi notificada
Em coletiva de imprensa, logo após ser empossado Prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União Brasil) afirmou que a prefeitura ainda não foi notificada sobre o caso. O chefe do Executivo municipal ressaltou também que não irá "passar a mão na cabeça" de nenhum secretário. "Vai ter que responder pelos atos dele", disse.
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