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No encontro em Brasília, Kalil esteve com a pré-candidata ao Senado, Áurea Carolina (PSOL), com os deputados federais André Janones (Rede), Heloísa Helena (Rede), Célia Xakriabá (Psol) e Duda Salabert (Psol), além do porta-voz nacional da Rede e ex-vice-prefeito no primeiro mandato de Kalil na PBH, Paulo Lamac. A presidente nacional do PSOL, Paula Coradi, também esteve à mesa.
O entendimento de interlocutores da federação é de que a candidatura de Kalil se diferencia de Pacheco no campo progressista, especialmente em função da gestão do ex-presidente do Atlético na prefeitura de Belo Horizonte. A leitura é que Kalil tem uma abertura popular que mantém um ‘diálogo bem feito com o povo’, além das preocupações sociais mantidas durante a pandemia da Covid-19.
Há, ainda, uma compreensão de que os interesses 'governistas' do Palácio do Planalto devem ser afastados das eleições em Minas, inicialmente. A reunião não avançou para a composição de chapas, mas ambos os lados saíram satisfeitos do encontro. Na formatação atual, Kalil encabeçaria a chapa que, neste momento, terá a primeira vaga ao Senado dedicada à ex-deputada federal Áurea Carolina.
À reportagem, Áurea disse que Kalil tem mais ‘confluências do que divergências’ com os aspectos defendidos pela federação. “O Kalil, nesse momento, é o que tem a melhor condição, com perfil mais popular e com compromisso para um programa de visão para recuperar a autoestima de Minas Gerais e vencer a extrema-direita no estado”, disse ela. Outro ponto favorável é a simpatia de Kalil à pré-candidatura de Áurea ao Senado.
A ex-deputada não esconde o desejo de estabelecer uma dobradinha com a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), que deve estar na chapa encabeçada por Pacheco. Nos bastidores, inclusive, há um desejo de quadros do PSB em tornar Kalil candidato ao Senado, junto com Marília. O fato, porém, tem sido rechaçado pelo ex-prefeito de BH inclusive em conversas com Áurea Carolina.
“Precisamos de duas senadores progressistas. Tenho muita abertura para construir uma dobradinha com a Marília Campos e estou à disposição”, complementou ela, que disse não enxergar um interesse do PT na composição.
Caciques do PDT de fora
A aproximação de Alexandre Kalil com a federação em Brasília se deu sem a presença dos presidentes estadual e nacional do PDT, Mario Heringer e Carlos Lupi. Na conjuntura nacional, Carlos Lupi chegou a afirmar, após reunião com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, que Kalil seria o candidato apoiado pelos petistas em Minas. O ex-prefeito logo tratou de afastar a possibilidade, mantendo o distanciamento com Lula estabelecido após as eleições de 2022.
Psol em colisão
Ao passo em que o PSOL se aproxima de Alexandre Kalil, uma ala do Psol em Minas criticou a exclusão, pela direção estadual, da pré-candidatura de Maria da Consolação ao governo de Minas. O nome não estaria sendo apresentado aos institutos de pesquisas e não estaria entrando nos debates internos sobre a estratégia eleitoral de 2026.
“Não aceitamos o apagamento do debate interno, nem a negação da existência da nossa pré-candidatura. Queremos a apresentação urgente de um calendário de debates com a militância partidária para a definição de nomes para os cargos majoritários e proporcionais”, diz trecho da carta.
No comunicado, o grupo ainda pede uma reorganização interna do partido em Minas, após a saída da deputada estadual Bella Gonçalves para o PT. “A Revolução Solidária, grupo político que Bella Gonçalves e Boulos pertencem, permanecem com seus militantes e dirigentes definindo a política no PSOL Minas e ao mesmo tempo tentam impor a política do PT de apoio à candidatura de Rodrigo Pacheco ao PSOL, impedindo o debate democrático no partido”, criticou.
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No encontro em Brasília, Kalil esteve com a pré-candidata ao Senado, Áurea Carolina (PSOL), com os deputados federais André Janones (Rede), Heloísa Helena (Rede), Célia Xakriabá (Psol) e Duda Salabert (Psol), além do porta-voz nacional da Rede e ex-vice-prefeito no primeiro mandato de Kalil na PBH, Paulo Lamac. A presidente nacional do PSOL, Paula Coradi, também esteve à mesa.
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Caciques do PDT de fora
A aproximação de Alexandre Kalil com a federação em Brasília se deu sem a presença dos presidentes estadual e nacional do PDT, Mario Heringer e Carlos Lupi. Na conjuntura nacional, Carlos Lupi chegou a afirmar, após reunião com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, que Kalil seria o candidato apoiado pelos petistas em Minas. O ex-prefeito logo tratou de afastar a possibilidade, mantendo o distanciamento com Lula estabelecido após as eleições de 2022.
Psol em colisão
Ao passo em que o PSOL se aproxima de Alexandre Kalil, uma ala do Psol em Minas criticou a exclusão, pela direção estadual, da pré-candidatura de Maria da Consolação ao governo de Minas. O nome não estaria sendo apresentado aos institutos de pesquisas e não estaria entrando nos debates internos sobre a estratégia eleitoral de 2026.
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