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Com o Brasil sob o impacto do assassinato do guarda municipal e tesoureiro do PT, Marcelo Aloizio de Arruda, pelo apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL) e agente penitenciário Jorge da Rocha Guaranho, que também morreu (Arruda reagiu e atirou em Guaranho), em Foz do Iguaçu, muitos políticos se manifestaram por meio de suas redes sociais.
Em sua conta do Twitter, Ciro Gomes, pré-candidato à presidência pelo PDT postou: “É triste, muito triste, a tragédia humana e política que tirou a vida de dois pais de família em Foz do Iguaçu. O ódio político precisa ser contido para evitar que tenhamos uma tragédia de proporções gigantescas. Que Deus, na sua misericórdia, interceda em favor de nós, brasileiros, pacificando nossas almas, e traga conforto às duas famílias destruídas nesta guerra absurda, sem sentido e sem propósito”.
Ciro Gomes
@cirogomes
É triste, muito triste, a tragédia humana e política que tirou a vida de dois pais de família em Foz do Iguaçu. O ódio político precisa ser contido para evitar que tenhamos uma tragédia de proporções gigantescas.
Renan Calheiros, senador pelo MDB, de Alagoras, também se manifestou. "O assassinato de um líder sindical e dirigente partidário por um bolsonarista, mais que covardia, é tempestade gerada na usina de ódio e intolerância que Bolsonaro instila todo dia no coração dos brasileiros. Esse facínora (Jair Bolsonaro) precisa ser derrotado no primeiro turno", disse.

Senador Randolfe Rodrigues alertou que a intolerância mata, acaba com famílias e faz o ódio vencer(foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)
Revolta
O também semador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) foi outro a comentar nas redes sociais. "Não existe dois lados quando um deles é a barbárie! Um bolsonarista assassinou um pai de família, líder do PT, em Foz do Iguaçu durante sua festa de aniversário. Nossa solidariedade aos familiares de Marcelo Arruda. Isso é inconcebível! Intolerável em qualquer sociedade! A intolerância mata, acaba com famílias e faz o ódio vencer. Marcelo Arruda tinha 50 anos, deixou esposa e quatro filhos, entre eles um bebê de 1 mês. Essa intolerância que nos tirou duas vidas, na madrugada deste triste domingo, infelizmente se reforçou no Brasil nos últimos anos", comentou.
Senador pelo PT de Pernambuco, Humberto Costa tuitou: "É estarrecedor o nível de ódio e violência política que estamos atravessando. O Guarda Municipal e militante do PT, Marcelo Arruda, festejava seu aniversário, quando teve sua comemoração invadida por um bolsonarista e acabou morto a tiros. A festa tinha Lula como tema. A tragédia é fruto da intolerâcia proliferada por Bolsonaro e sua turma, que, já em 2018, dizia que iria "fuzilar a petralhada". Marcelo perdeu a vida enquanto a celebrava. Não é o primeiro episódio de violência, mas precisa ser o último. Não podemos permitir que o ódio vença”.
Humberto Costa
@senadorhumberto
O BOLSONARISMO MATA. Marcelo Arruda estava celebrando a vida quando ela foi interrompida. Relatos contam que ele foi assassinado aos gritos "é Bolsonaro". Marcelo era casado e deixou 4 filhos. O crime é fruto do ódio e da violência política armada promovida pelo presidente.
Medo e pedidos de paz

Senador mineiro Alexandre Silveira enfatizou que é preciso paz, diálogo e respeito
(foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)
O senador Alexandre Silveira (PSD-MG) escreveu: "Alguém por intolerância e violência política tirou a vida de Marcelo Arruda em Foz do Iguaçu. Meus sentimentos e solidariedade aos familiares, filhos e amigos da vítima. Precisamos de paz, diálogo e respeito. O Brasil não pode permitir que os extremos acabem com a vida de alguém".
Já o ex-senador Cristovam Buarque (Cidadania) se mostrou preocupado com o futuro. "Talvez tenha sido dado ontem em Foz do Iguaçu o primeiro tiro da guerra civil que pode caracterizar a eleição deste ano. Durante guerra civil não há terceira via", afirmou.
Repúdio
A deputada do PCdoB-RJ Jandira Feghali destacou: “O ódio dessa gente, o fascismo, não suporta quem pensa diferente. É preciso arrancar esse pensamento do comando do país. Que horror! É preciso punir este assassino e todos os responsáveis pelos outros atentados. Solidariedade à família do Marcelo”.
E o ex-ministro da Justiça Sergio Moro (União) disse que é preciso "repudiar toda e qualquer violência com motivação política ou eleitoral". "O Brasil não precisa disso”, sintetizou.
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Em sua conta do Twitter, Ciro Gomes, pré-candidato à presidência pelo PDT postou: “É triste, muito triste, a tragédia humana e política que tirou a vida de dois pais de família em Foz do Iguaçu. O ódio político precisa ser contido para evitar que tenhamos uma tragédia de proporções gigantescas. Que Deus, na sua misericórdia, interceda em favor de nós, brasileiros, pacificando nossas almas, e traga conforto às duas famílias destruídas nesta guerra absurda, sem sentido e sem propósito”.
Ciro Gomes
@cirogomes
É triste, muito triste, a tragédia humana e política que tirou a vida de dois pais de família em Foz do Iguaçu. O ódio político precisa ser contido para evitar que tenhamos uma tragédia de proporções gigantescas.
Renan Calheiros, senador pelo MDB, de Alagoras, também se manifestou. "O assassinato de um líder sindical e dirigente partidário por um bolsonarista, mais que covardia, é tempestade gerada na usina de ódio e intolerância que Bolsonaro instila todo dia no coração dos brasileiros. Esse facínora (Jair Bolsonaro) precisa ser derrotado no primeiro turno", disse.

Senador Randolfe Rodrigues alertou que a intolerância mata, acaba com famílias e faz o ódio vencer(foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)
Revolta
O também semador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) foi outro a comentar nas redes sociais. "Não existe dois lados quando um deles é a barbárie! Um bolsonarista assassinou um pai de família, líder do PT, em Foz do Iguaçu durante sua festa de aniversário. Nossa solidariedade aos familiares de Marcelo Arruda. Isso é inconcebível! Intolerável em qualquer sociedade! A intolerância mata, acaba com famílias e faz o ódio vencer. Marcelo Arruda tinha 50 anos, deixou esposa e quatro filhos, entre eles um bebê de 1 mês. Essa intolerância que nos tirou duas vidas, na madrugada deste triste domingo, infelizmente se reforçou no Brasil nos últimos anos", comentou.
Senador pelo PT de Pernambuco, Humberto Costa tuitou: "É estarrecedor o nível de ódio e violência política que estamos atravessando. O Guarda Municipal e militante do PT, Marcelo Arruda, festejava seu aniversário, quando teve sua comemoração invadida por um bolsonarista e acabou morto a tiros. A festa tinha Lula como tema. A tragédia é fruto da intolerâcia proliferada por Bolsonaro e sua turma, que, já em 2018, dizia que iria "fuzilar a petralhada". Marcelo perdeu a vida enquanto a celebrava. Não é o primeiro episódio de violência, mas precisa ser o último. Não podemos permitir que o ódio vença”.
Humberto Costa
@senadorhumberto
O BOLSONARISMO MATA. Marcelo Arruda estava celebrando a vida quando ela foi interrompida. Relatos contam que ele foi assassinado aos gritos "é Bolsonaro". Marcelo era casado e deixou 4 filhos. O crime é fruto do ódio e da violência política armada promovida pelo presidente.
Medo e pedidos de paz

Senador mineiro Alexandre Silveira enfatizou que é preciso paz, diálogo e respeito
(foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)
O senador Alexandre Silveira (PSD-MG) escreveu: "Alguém por intolerância e violência política tirou a vida de Marcelo Arruda em Foz do Iguaçu. Meus sentimentos e solidariedade aos familiares, filhos e amigos da vítima. Precisamos de paz, diálogo e respeito. O Brasil não pode permitir que os extremos acabem com a vida de alguém".
Já o ex-senador Cristovam Buarque (Cidadania) se mostrou preocupado com o futuro. "Talvez tenha sido dado ontem em Foz do Iguaçu o primeiro tiro da guerra civil que pode caracterizar a eleição deste ano. Durante guerra civil não há terceira via", afirmou.
Repúdio
A deputada do PCdoB-RJ Jandira Feghali destacou: “O ódio dessa gente, o fascismo, não suporta quem pensa diferente. É preciso arrancar esse pensamento do comando do país. Que horror! É preciso punir este assassino e todos os responsáveis pelos outros atentados. Solidariedade à família do Marcelo”.
E o ex-ministro da Justiça Sergio Moro (União) disse que é preciso "repudiar toda e qualquer violência com motivação política ou eleitoral". "O Brasil não precisa disso”, sintetizou.