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Um dos temas que foram mais caros durante os cincos anos de gestão do ex-prefeito Alexandre Kalil (PSD) em Belo Horizonte, o transporte público vive uma crise sem precedentes na capital mineira. Para o pré-candidato ao governo de Minas, a prefeitura foi sabotada quando tentou resolver o problema. No ano passado, Kalil chegou a enviar um projeto para a Câmara Municipal com um subsídio e redução da tarifa de R$ 4,50 para R$ 4,30. Porém, a Casa devolveu o texto e não votou a proposta.
“Eu tenho a eleição em 2022, o prefeito seria o único no Brasil que vai reduzir a passagem de ônibus em capital. Isso é muito grande. Se reduz é porque tem dinheiro em caixa. O grande problema que bateu no bolso da população é que o núcleo político da oposição não deixou acontecer. Seria um gol para o prefeito. Agora estamos nesse embrulho, já tinha saído [da prefeitura] quando tiraram o projeto. Eles iam catimbar o máximo possível”, declarou.
Frustração
Kalil disse ainda que deixou a prefeitura frustrado com a questão do transporte público e lembrou que o setor vive uma crise em todo o país agravada pela pandemia. “Na época eu chamei coletiva, fomos no Ministério Público e na Justiça. [Os vereadores] não ajudaram porque é ano de eleição e o prefeito não pode perante os olhos dos desumanos abaixar passagem de ônibus. Eu saio frustrado, o projeto estava bem elaborado, ia ser mais um passo para modernizar o transporte. Tínhamos tudo para andar, bateu na Câmara e aquela turma desumana não aceitou”, alegou.
Já sobre a situação do transporte na região metropolitana de Belo Horizonte, o ex-prefeito criticou o sistema, que conta com ônibus antigos e praticamente não há fiscalização da prestação do serviço pelas empresas. “Como modal, já tem uma estrutura boa. Não funciona porque os carros estão muito velhos, as empresas tiram uma viagem quando querem. O problema do transporte metropolitano é o abandono”.
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“Eu tenho a eleição em 2022, o prefeito seria o único no Brasil que vai reduzir a passagem de ônibus em capital. Isso é muito grande. Se reduz é porque tem dinheiro em caixa. O grande problema que bateu no bolso da população é que o núcleo político da oposição não deixou acontecer. Seria um gol para o prefeito. Agora estamos nesse embrulho, já tinha saído [da prefeitura] quando tiraram o projeto. Eles iam catimbar o máximo possível”, declarou.
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Kalil disse ainda que deixou a prefeitura frustrado com a questão do transporte público e lembrou que o setor vive uma crise em todo o país agravada pela pandemia. “Na época eu chamei coletiva, fomos no Ministério Público e na Justiça. [Os vereadores] não ajudaram porque é ano de eleição e o prefeito não pode perante os olhos dos desumanos abaixar passagem de ônibus. Eu saio frustrado, o projeto estava bem elaborado, ia ser mais um passo para modernizar o transporte. Tínhamos tudo para andar, bateu na Câmara e aquela turma desumana não aceitou”, alegou.
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