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O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) afirmou nesta sexta-feira (20/3) que participa de discussões para definir se será candidato ao governo de Minas nas eleições deste ano fora do seu atual partido, que decidiu lançar o vice-governador Mateus Simões (PSD) ao cargo. Segundo Pacheco, há uma “forte tendência” para que deixe o PSD e acrescentou que ainda não definiu qual será a sua próxima legenda.
“Há uma tendência forte de eu não permanecer no PSD em razão da posição tomada pelo partido em Minas. Algo com o que não me alio e não me filio. Acho que Minas precisa ter uma mudança muito significativa para poder retomar os trilhos do desenvolvimento, do progresso e do crescimento”, afirmou Pacheco, numa referência à gestão de Romeu Zema (Novo), que governa o estado desde 2019 e tem Mateus Simões como vice neste o segundo mandato.
Em entrevista coletiva, o senador afirmou que Minas Gerais precisa passar por uma "reconstrução" levando em consideração a dívida de R$ 200 bilhões do estado, num processo que deve passar “por um pensamento coletivo e por uma ação coletiva” da classe política.
O parlamentar também fez críticas ao governo atual, citando dois tópicos sensíveis à gestão Zema: o aumento da sensação de insegurança, com o estabelecimento de facções criminosas no estado, e a desvalorização do salário do funcionalismo. Na definição de Pacheco, os servidores públicos estavam sendo tratados “com indignidade” pelo projeto de recuperação fiscal que o estado havia aderido – e que mudou de regime com o Propag, articulado pelo senador no Congresso Federal.
Em relação à sua saída do PSD, o senador afirmou que ainda não há uma definição, mas que “felizmente” tem recebido muitos convites. Os partidos que Pacheco é cotado para se filiar são o União Brasil, o MDB e o PSB.
“PSD continua sendo um partido democrata, não há dúvida disso. O presidente (Gilberto) Kassab é um democrata, mas fez uma opção em Minas que eu respeito, mas não concordo”, afirmou Pacheco.
Agenda
Pacheco acompanhou a visita de Lula ao lado do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, além de lideranças locais, como a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), o prefeito de Betim, Heron Guimarães (União Brasil), e o vereador Pedro Rousseff (PT).
A agenda foi marcada pelo anúncio da retomada de investimentos da Petrobras em Minas, com previsão de R$ 3,8 bilhões aplicados na Regap até 2030 e geração estimada de 8 mil empregos. No horizonte de 10 anos, o volume pode chegar a R$ 9 bilhões, incluindo projetos voltados à ampliação da capacidade produtiva da refinaria e iniciativas ligadas à transição energética.
A presença de Pacheco no evento ocorre em meio ao aumento das articulações políticas no estado e à tentativa do Palácio do Planalto de fortalecer aliados para a disputa pelo governo mineiro em 2026.
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Em entrevista coletiva, o senador afirmou que Minas Gerais precisa passar por uma "reconstrução" levando em consideração a dívida de R$ 200 bilhões do estado, num processo que deve passar “por um pensamento coletivo e por uma ação coletiva” da classe política.
O parlamentar também fez críticas ao governo atual, citando dois tópicos sensíveis à gestão Zema: o aumento da sensação de insegurança, com o estabelecimento de facções criminosas no estado, e a desvalorização do salário do funcionalismo. Na definição de Pacheco, os servidores públicos estavam sendo tratados “com indignidade” pelo projeto de recuperação fiscal que o estado havia aderido – e que mudou de regime com o Propag, articulado pelo senador no Congresso Federal.
Em relação à sua saída do PSD, o senador afirmou que ainda não há uma definição, mas que “felizmente” tem recebido muitos convites. Os partidos que Pacheco é cotado para se filiar são o União Brasil, o MDB e o PSB.
“PSD continua sendo um partido democrata, não há dúvida disso. O presidente (Gilberto) Kassab é um democrata, mas fez uma opção em Minas que eu respeito, mas não concordo”, afirmou Pacheco.
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Pacheco acompanhou a visita de Lula ao lado do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, além de lideranças locais, como a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), o prefeito de Betim, Heron Guimarães (União Brasil), e o vereador Pedro Rousseff (PT).
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