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"Não necessariamente é discriminação, é simplesmente o comportamento racional do empresário [...] Se o casal tiver um filho, provavelmente é a mulher que vai cuidar do filho. Aí você vai dizer para mim: 'Adolfo, mas o homem fica bêbado mais que a mulher? Fica. Então, menos para o homem neste ponto. Mas também quem vai mais ao médico é a mulher, então, ela vai faltar mais para ir ao médico. O empresário está fazendo essas contas", diz Sachsida em um dos vídeos que circulam na internet
Ainda segundo ele, a licença-maternidade de seis meses é um "crime contra a mulher” e que quando um homem vê a mulher "com um bustiezinho, uma calça colada, você fala assim: 'pô, essa mulher deve ser solteira'". "Pode me chamar de machista à vontade", completou.
Em outro vídeo, Sachsida diz ser contra as cotas raciais e que os imigrantes alemães, italianos e japoneses foram mais "maltratados" no Brasil nos últimos anos do que os negros. "É difícil argumentar que 200 anos depois do final da escravidão exista uma dívida histórica [com os negros]", disse o ministro.
"Se tem algo que o Brasil pode ensinar para o mundo é a maneira como as raças interagem. Olha a minha cor aqui ó [ele mostra o braço], eu sou branco, eu sou negro. A minha irmã é mais escura do que eu. Ela é branca, ela é negra", emendou.
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"Não necessariamente é discriminação, é simplesmente o comportamento racional do empresário [...] Se o casal tiver um filho, provavelmente é a mulher que vai cuidar do filho. Aí você vai dizer para mim: 'Adolfo, mas o homem fica bêbado mais que a mulher? Fica. Então, menos para o homem neste ponto. Mas também quem vai mais ao médico é a mulher, então, ela vai faltar mais para ir ao médico. O empresário está fazendo essas contas", diz Sachsida em um dos vídeos que circulam na internet
Ainda segundo ele, a licença-maternidade de seis meses é um "crime contra a mulher” e que quando um homem vê a mulher "com um bustiezinho, uma calça colada, você fala assim: 'pô, essa mulher deve ser solteira'". "Pode me chamar de machista à vontade", completou.
Em outro vídeo, Sachsida diz ser contra as cotas raciais e que os imigrantes alemães, italianos e japoneses foram mais "maltratados" no Brasil nos últimos anos do que os negros. "É difícil argumentar que 200 anos depois do final da escravidão exista uma dívida histórica [com os negros]", disse o ministro.
"Se tem algo que o Brasil pode ensinar para o mundo é a maneira como as raças interagem. Olha a minha cor aqui ó [ele mostra o braço], eu sou branco, eu sou negro. A minha irmã é mais escura do que eu. Ela é branca, ela é negra", emendou.