ELEIÇÕES 2026

Após a desistência do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), o Partido dos Trabalhadores (PT) em Minas Gerais trabalha para definir quem será apoiado pelo presidente Lula (PT) na eleição para o governo. No momento, três possíveis nomes de perfis distintos despontam na frente.

Segundo a presidente do PT mineiro, a deputada estadual Leninha, a prioridade da legenda é lançar uma candidatura própria. O posicionamento vem logo após o pré-candidato Gabriel Azevedo (MDB) se reunir com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e indicar uma aproximação.

Ao Estado de Minas, Leninha, que também se reuniu com Azevedo nas últimas semanas, disse que o partido não vai “fechar as portas para quem vier para a campanha do Lula”, mas tem como plano principal ter um candidato próprio.

Entre os nomes cotados para essa posição há três perfis diferentes: a ex-reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Sandra Goulart, recém-filiada ao PT; o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG); e o deputado estadual Mário Henrique Caixa (PV), narrador do Atlético na Rádio Itatiaia. O PV, assim como o PCdoB, é federado ao PT.

Plano B

O plano B do PT em Minas ainda não é Gabriel Azevedo. Como alternativa à candidatura própria, o partido aguarda o posicionamento do PSB, que mesmo após a desistência de Pacheco deve lançar um candidato.

O PSB avalia três nomes para a disputa e vai realizar prévias para definir quem irá ao pleito. Os pré-candidatos são o ex-procurador-geral de Justiça de Minas Gerais Jarbas Soares Júnior; o ex-presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) Julvan Lacerda; e o ex-senador e ex-vice-governador Clésio Andrade.