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string(81) "Nikolas justifica voto contra MP do Gás do Povo e acusa PT de 'voto de cabresto'"
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string(3613) "Um dos três deputados federais de Minas Gerais a votar contra o texto-base da Medida Provisória (MP) que institui o programa Gás do Povo, Nikolas Ferreira (PL) justificou o posicionamento contrário à iniciativa. Nas redes sociais, o parlamentar questionou os parâmetros adotados pelo governo federal para a concessão do benefício e ainda acusou o Partido dos Trabalhadores de praticar ‘voto de cabresto’.
“Óbvio que votei contra o projeto “Gás do Povo”, do Lula, porque sou a favor do “Gás dos Brasileiros”, um programa que já existe e que o Lula quer complicar. Antes, o auxílio caía direto na conta da mãe de família. Ela decidia onde comprar. Agora, o Lula quer te obrigar a buscar o seu gás em revendas credenciadas pelo governo, sem prazo claro de quanto tempo você terá esse benefício, sem autonomia, sem liberdade”, disse Nikolas.
Na avaliação do parlamentar, o botijão de gás ficará mais caro com a medida. “No final, deixará seu gás mais caro e com a finalidade de manter as pessoas presas pra ter o voto dela nas eleições. E o povo sabe disso. E não custa perguntar: Se a pobreza caiu como o Lula diz, por que 50 milhões de brasileiros ainda dependem de gás ‘gratuito’ para cozinhar?”, indagou o parlamentar.
Nikolas ainda disse que a esquerda celebra o fato de o país ter 50 milhões de brasileiros sem condições de comprar gás para cozinhar. “E eles colocam isso como algo espetacular. É realmente a esquerda colocando as pessoas em voto de cabresto para depois cobrar o voto delas: ‘ah, já que eu te dei gás, agora você vota em mim’”, disparou Nikolas, que ainda criticou a ausência de anúncios da União sobre inovações tecnológicas e aportes em educação e saúde.
Voto contrário
Além de Nikolas Ferreira, os deputados federais mineiros Junio Amaral (PL) e Eros Biondini (PL) votaram contra o texto-base da MP. O restante da bancada, à exceção de Lincoln Portela (PL) que não compareceu, votou favoravelmente à medida. Os votos contrários renderam críticas da oposição ao trio. Diferentemente de Nikolas, Biondini e Amaral não justificaram os posicionamentos contrários à medida.
Programa
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o Gás do Povo deve estar em pleno funcionamento em março, quando 15 milhões de famílias serão beneficiadas. O Auxílio Gás, benefício atual que permite a compra de um botijão de 13 kg a cada dois meses por cerca de 4,4 milhões de famílias de baixa renda, será substituído.
No Gás do Povo, a aquisição será possível em cerca de 10 mil estabelecimentos de revenda autorizada, segundo o governo.
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Na avaliação do parlamentar, o botijão de gás ficará mais caro com a medida. “No final, deixará seu gás mais caro e com a finalidade de manter as pessoas presas pra ter o voto dela nas eleições. E o povo sabe disso. E não custa perguntar: Se a pobreza caiu como o Lula diz, por que 50 milhões de brasileiros ainda dependem de gás ‘gratuito’ para cozinhar?”, indagou o parlamentar.
Nikolas ainda disse que a esquerda celebra o fato de o país ter 50 milhões de brasileiros sem condições de comprar gás para cozinhar. “E eles colocam isso como algo espetacular. É realmente a esquerda colocando as pessoas em voto de cabresto para depois cobrar o voto delas: ‘ah, já que eu te dei gás, agora você vota em mim’”, disparou Nikolas, que ainda criticou a ausência de anúncios da União sobre inovações tecnológicas e aportes em educação e saúde.
Voto contrário
Além de Nikolas Ferreira, os deputados federais mineiros Junio Amaral (PL) e Eros Biondini (PL) votaram contra o texto-base da MP. O restante da bancada, à exceção de Lincoln Portela (PL) que não compareceu, votou favoravelmente à medida. Os votos contrários renderam críticas da oposição ao trio. Diferentemente de Nikolas, Biondini e Amaral não justificaram os posicionamentos contrários à medida.
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