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Ao lado de aliados e apoiadores, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) chega ao fim do seu trajeto em Brasília (DF) neste domingo (25/1), para encerrar a caminhada iniciada na última segunda-feira (19), em Paracatu, no Noroeste de Minas Gerais. O ato será finalizado com uma manifestação na Praça do Cruzeiro, em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso por tentativa de golpe de Estado, e dos condenados pelos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023.
O grupo chegou a Brasília ontem e retomou o trajeto até a Praça do Cruzeiro na manhã de hoje. Ao longo de seis dias, Nikolas percorreu cerca de 240 quilômetros a pé, atravessando trechos de Minas Gerais e Goiás, cercado por centenas de apoiadores. O deputado afirmou ter caminhado, em média, cerca de 40 quilômetros por dia, sem planejamento prévio detalhado do trajeto, das paradas para descanso ou da logística de alimentação e hospedagem. Durante o percurso, foi acolhido por aliados, que ofereceram refeições e hospedagem ao grupo.
A caminhada foi acompanhada por forças de segurança, diante dos riscos associados ao deslocamento de um grupo numeroso às margens de rodovias federais. A mobilização foi divulgada nas redes sociais como um ato “pacífico” e de caráter simbólico.
Segundo Nikolas, um dos principais objetivos da caminhada é pressionar o Congresso Nacional a derrubar os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao chamado PL da Dosimetria, que altera critérios de aplicação de penas no Código Penal e pode beneficiar réus condenados pelos atos antidemocráticos, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e três meses de prisão.
Ao anunciar a iniciativa, Nikolas divulgou uma “carta ao povo do Brasil”, na qual negou motivações eleitorais. “Não é um gesto de vaidade. Não é espetáculo. É um ato de consciência, de amor ao Brasil e de compromisso com a liberdade”, escreveu. No texto, o deputado fala em “perseguição sistemática a opositores” e defende o que classifica como tratamento digno aos presos do 8 de Janeiro.
Em meio à mobilização, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acatou pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e determinou o impedimento de manifestações em frente ao Complexo Penitenciário da Papuda, ‘a Papudinha’, em Brasília, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro está detido. A decisão cita a caminhada organizada por Nikolas e avalia que o movimento tem o “propósito de causar protesto ostensivo contra decisões do Supremo Tribunal Federal”.
Moraes determinou a retirada imediata de eventuais manifestantes que estejam em frente ao complexo prisional e autorizou a prisão em flagrante de quem resistir à ordem, com base nos crimes de resistência ou desobediência. O ministro também ordenou o reforço do policiamento na região, citando episódios anteriores de escalada de violência e desacato às decisões da Corte.
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Ao lado de aliados e apoiadores, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) chega ao fim do seu trajeto em Brasília (DF) neste domingo (25/1), para encerrar a caminhada iniciada na última segunda-feira (19), em Paracatu, no Noroeste de Minas Gerais. O ato será finalizado com uma manifestação na Praça do Cruzeiro, em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso por tentativa de golpe de Estado, e dos condenados pelos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023.
O grupo chegou a Brasília ontem e retomou o trajeto até a Praça do Cruzeiro na manhã de hoje. Ao longo de seis dias, Nikolas percorreu cerca de 240 quilômetros a pé, atravessando trechos de Minas Gerais e Goiás, cercado por centenas de apoiadores. O deputado afirmou ter caminhado, em média, cerca de 40 quilômetros por dia, sem planejamento prévio detalhado do trajeto, das paradas para descanso ou da logística de alimentação e hospedagem. Durante o percurso, foi acolhido por aliados, que ofereceram refeições e hospedagem ao grupo.
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Segundo Nikolas, um dos principais objetivos da caminhada é pressionar o Congresso Nacional a derrubar os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao chamado PL da Dosimetria, que altera critérios de aplicação de penas no Código Penal e pode beneficiar réus condenados pelos atos antidemocráticos, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e três meses de prisão.
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Em meio à mobilização, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acatou pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e determinou o impedimento de manifestações em frente ao Complexo Penitenciário da Papuda, ‘a Papudinha’, em Brasília, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro está detido. A decisão cita a caminhada organizada por Nikolas e avalia que o movimento tem o “propósito de causar protesto ostensivo contra decisões do Supremo Tribunal Federal”.
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