array(31) {
["id"]=>
int(178390)
["title"]=>
string(98) "'Não me tira do meu centro de equilíbrio', diz Simões sobre pressão de servidores por reajuste"
["content"]=>
string(4157) "Encontro no BDMG
Um dia após trabalhadores da educação pressionarem o governo de Minas por recomposição salarial de até 41,83%, o vice-governador Mateus Simões afirmou nesta quarta-feira (18) que não pretende ceder à pressão do funcionalismo nem ampliar o reajuste anunciado pelo Estado. Segundo ele, o aumento de 5,4% já representa o limite possível dentro do orçamento.
As declarações foram dadas durante um bate-papo com jornalistas realizado na sede do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), no bairro Lourdes, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. “Ano de eleição é sempre ano de greve. Não me tira do meu centro de equilíbrio”, disse Simões, que assume o governo do Estado no fim de semana.
Sem negociação por categoria
O vice-governador também descartou a possibilidade de negociações específicas por carreira, prática que, segundo ele, contribuiu para distorções salariais ao longo dos anos. “Não vou fazer negociação carreira a carreira. Não concordo. Foi assim que chegamos a essa situação, feita nos Governos Anastasia e Pimentel, atendendo uma categoria em detrimento de outras”, afirmou.
De acordo com ele, o reajuste linear oferecido pelo Executivo foi resultado de um esforço dentro das limitações fiscais do Estado. “Fizemos um esforço enorme para achar dentro do orçamento o reajuste que estamos oferecendo, acima da inflação. O que a gente consegue dar neste momento é isso”, disse.
Situação fiscal limita reajustes
Simões reforçou que não há espaço, neste momento, para concessão de ganhos reais ou pagamento retroativo aos servidores. “Gostaria muito de assumir o compromisso de que teremos reajuste inflacionário sempre. Em algum momento farei isso. Mas ganho real ou retroativo neste momento não condiz com a situação fiscal de Minas”, afirmou.
Pressão da educação
As declarações ocorrem após mobilização de trabalhadores da educação, que reivindicam recomposição salarial de 41,83% e cobram abertura de negociação com o governo estadual. Parte da categoria está em greve há duas semanas e critica o reajuste de 5,4%, considerado insuficiente para cobrir perdas acumuladas entre 2019 e 2025.
Em audiência realizada na Assembleia Legislativa (ALMG) nesta terça-feira (17), representantes do setor afirmaram que a defasagem salarial tem impactado a permanência de profissionais na carreira e cobram uma agenda de diálogo com o Executivo. Apesar da pressão, o governo ainda não sinalizou abertura de negociação com os sindicatos.
"
["author"]=>
string(11) "Hoje Em Dia"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(635751)
["filename"]=>
string(14) "simoesgovi.jpg"
["size"]=>
string(5) "36058"
["mime_type"]=>
string(10) "image/jpeg"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(0) ""
}
["image_caption"]=>
string(156) " Mateus Simões disse que não vai ceder à pressão de servidores e manteve reajuste de 5,4% como limite possível para Minas (Reprodução/Redes Sociais)"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(182) "Vice-governador afirma que não vai ampliar negociação com categorias e descarta aumento acima do previsto diante da situação fiscal de Minas
"
["author_slug"]=>
string(11) "hoje-em-dia"
["views"]=>
int(50)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(true)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(91) "nao-me-tira-do-meu-centro-de-equilibrio-diz-simoes-sobre-pressao-de-servidores-por-reajuste"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(431)
["name"]=>
string(9) "Política"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "politica"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(431)
["name"]=>
string(9) "Política"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "politica"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-03-18 11:06:11.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-03-18 11:06:11.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2026-03-18T11:10:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(15) "/simoesgovi.jpg"
}
Encontro no BDMG
Um dia após trabalhadores da educação pressionarem o governo de Minas por recomposição salarial de até 41,83%, o vice-governador Mateus Simões afirmou nesta quarta-feira (18) que não pretende ceder à pressão do funcionalismo nem ampliar o reajuste anunciado pelo Estado. Segundo ele, o aumento de 5,4% já representa o limite possível dentro do orçamento.
As declarações foram dadas durante um bate-papo com jornalistas realizado na sede do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), no bairro Lourdes, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. “Ano de eleição é sempre ano de greve. Não me tira do meu centro de equilíbrio”, disse Simões, que assume o governo do Estado no fim de semana.
Sem negociação por categoria
O vice-governador também descartou a possibilidade de negociações específicas por carreira, prática que, segundo ele, contribuiu para distorções salariais ao longo dos anos. “Não vou fazer negociação carreira a carreira. Não concordo. Foi assim que chegamos a essa situação, feita nos Governos Anastasia e Pimentel, atendendo uma categoria em detrimento de outras”, afirmou.
De acordo com ele, o reajuste linear oferecido pelo Executivo foi resultado de um esforço dentro das limitações fiscais do Estado. “Fizemos um esforço enorme para achar dentro do orçamento o reajuste que estamos oferecendo, acima da inflação. O que a gente consegue dar neste momento é isso”, disse.
Situação fiscal limita reajustes
Simões reforçou que não há espaço, neste momento, para concessão de ganhos reais ou pagamento retroativo aos servidores. “Gostaria muito de assumir o compromisso de que teremos reajuste inflacionário sempre. Em algum momento farei isso. Mas ganho real ou retroativo neste momento não condiz com a situação fiscal de Minas”, afirmou.
Pressão da educação
As declarações ocorrem após mobilização de trabalhadores da educação, que reivindicam recomposição salarial de 41,83% e cobram abertura de negociação com o governo estadual. Parte da categoria está em greve há duas semanas e critica o reajuste de 5,4%, considerado insuficiente para cobrir perdas acumuladas entre 2019 e 2025.
Em audiência realizada na Assembleia Legislativa (ALMG) nesta terça-feira (17), representantes do setor afirmaram que a defasagem salarial tem impactado a permanência de profissionais na carreira e cobram uma agenda de diálogo com o Executivo. Apesar da pressão, o governo ainda não sinalizou abertura de negociação com os sindicatos.