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Bolsonaro tem sido cobrado por uma postura mais firme em relação à guerra contra a Ucrânia iniciada pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, uma semana após a visita oficial do chefe do Executivo brasileiro a Moscou. A postura de suposta "isenção" tem sido interpretada como um apoio velado aos russos em razão da dependência brasileira dos fertilizantes do país e por identificações com o lado conservador de Putin.
"Presidente Zelensky tem se mostrado uma liderança extremamente capaz e eficiente", declarou Mourão a jornalistas na chegada ao Palácio do Planalto.
O general também avaliou que a Rússia tem "objetivos limitados" na Ucrânia. "Pelo que eu estou vendo, o objetivo russo seria limitado, de avançar até uma linha norte-sul e balizada pelo Rio Dniepre, incluída a capital Kiev", seguiu o vice-presidente, para quem a guerra "vai demorar um pouquinho ainda".
Mourão, que viaja na quarta-feira para a posse de Boric em Santiago, ainda fez acenos ao novo presidente do Chile. "Vou levar uma mensagem formal de desejo de sucesso ao presidente Boric na tarefa que o povo chileno confiou a ele e da manutenção dos nossos laços, não só de amizade, mas da nossa relação econômico-social", disse.
De direita, Bolsonaro decidiu não comparecer à posse do esquerdista Boric e será representado por Mourão. O governo brasileiro só cumprimentou o presidente eleito do Chile pela vitória quatro dias depois de anunciado o resultado das urnas.
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Bolsonaro tem sido cobrado por uma postura mais firme em relação à guerra contra a Ucrânia iniciada pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin, uma semana após a visita oficial do chefe do Executivo brasileiro a Moscou. A postura de suposta "isenção" tem sido interpretada como um apoio velado aos russos em razão da dependência brasileira dos fertilizantes do país e por identificações com o lado conservador de Putin.
"Presidente Zelensky tem se mostrado uma liderança extremamente capaz e eficiente", declarou Mourão a jornalistas na chegada ao Palácio do Planalto.
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Mourão, que viaja na quarta-feira para a posse de Boric em Santiago, ainda fez acenos ao novo presidente do Chile. "Vou levar uma mensagem formal de desejo de sucesso ao presidente Boric na tarefa que o povo chileno confiou a ele e da manutenção dos nossos laços, não só de amizade, mas da nossa relação econômico-social", disse.
De direita, Bolsonaro decidiu não comparecer à posse do esquerdista Boric e será representado por Mourão. O governo brasileiro só cumprimentou o presidente eleito do Chile pela vitória quatro dias depois de anunciado o resultado das urnas.