LUTO

Durante visita ao Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG), em Belo Horizonte, neste sábado (29 de março), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lamentou a morte do prefeito Fuad Noman (PSD). Ao lado do secretário municipal de Saúde, Danilo Borges Matias, o ministro prestou solidariedade à família e à equipe da Prefeitura da capital mineira, e relembrou o legado de Fuad na construção de políticas públicas na cidade.

“Queria lamentar a perda do Fuad. Foi um amigo, aprendi, convivi com ele, a gente construiu muitas políticas juntos”, afirmou Padilha. O prefeito, reeleito em 2024, morreu aos 77 anos, após complicações decorrentes de um linfoma não Hodgkin, diagnosticado no ano passado. Ele estava internado havia meses para tratar infecções e problemas neurológicos e faleceu em razão de uma parada cardiorrespiratória e falência dos rins.

Padilha destacou que conversou com familiares e transmitiu as condolências do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não pôde comparecer ao velório realizado na última quinta-feira (27 de março) por estar em agenda oficial na Ásia. “Falei com a família do Fuad e quero deixar os sentimentos para todos. Pode contar, não só comigo no Ministério da Saúde, mas com o governo federal. Vamos superar esse momento difícil.”

Durante o discurso, o ministro também reconheceu a importância da gestão de Fuad para Belo Horizonte e para o país. “Belo Horizonte é a defesa da democracia e da saúde. O Fuad é uma expressão disso”, afirmou. Padilha ainda prestou apoio ao vice-prefeito e agora prefeito em exercício, Álvaro Damião (União Brasil), e à equipe municipal. “Toda a força ao nosso vice-prefeito, que assume agora a Prefeitura, e a toda equipe da saúde municipal.”

A fala foi feita durante a agenda do programa “Ebserh em Ação: Mais Especialistas”, que realizou mutirões de procedimentos voltados à saúde da mulher no HC-UFMG.