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string(103) ""Militares tomaram gosto pela política partidária", reconhece Rêgo Barros, ex-porta-voz de Bolsonaro"
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string(2238) "Ex-porta-voz de Jair Bolsonaro (PL), o general do Exército Otávio Rêgo Barros, em artigo publicado no UOL nesta terça-feira (26) sobre a "ruptura das relações entre civis e militares", reconheceu que os oficiais "tomaram gosto pela política partidária".
Ele afirma, porém, que estes 'não representam, nem respondem pelas Forças Armadas'. Rêgo Barros recorre ao autor de "O Soldado e o Estado", Samuel P. Huntington, que diz "que um corpo de oficiais políticos, divididos em facções, subordinados a fins ocultos, ressentindo-se de prestígio, mais sensível aos apelos da popularidade, colocaria em perigo a segurança do Estado".
O general cita a visão do autor para concordar em partes, argumentando que os militares também teriam direito à participação política. Ele destaca que militares que entram no jogo eleitoral precisam ser vistos como cidadãos que deixaram para trás a farda. "Não se tome o todo pela a parte. Inegável que nesta quadra, militares tomaram gosto pela política partidária. Estão em seu direito cidadão. Mas eles não representam, nem respondem pela Instituição. Tão pouco, devem esperar da mesma o resguardo aos erros e acertos de suas caminhadas políticas. A população precisa entender, também, que esses atores são agora cidadãos que se despiram da farda para disputar o voto".
Rêgo Barros finaliza ressaltando o compromisso das Forças Armadas com a democracia: "à Instituição, como a todas as outras, referências equilibradas e respeitosas, ainda que possam ser críticas, servirão para aprofundar o conhecimento, amainar os ânimos e consolidar a democracia construída por homens e mulheres em favor de homens e mulheres. Pessoas ponderadas preferem o duelo ajuizado das penas, gerador de ideias, ao duelo insensato das armas".
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