array(31) {
["id"]=>
int(138250)
["title"]=>
string(84) "'Meus agressores acham que vão me parar', reage Erika Hilton após receber ameaças"
["content"]=>
string(3044) ""Satanás do inferno" e "traveco". Estes foram alguns dos xingamentos direcionados à vereadora Erika Hilton, 29, (PSOL). As ameaças foram enviadas por e-mail. Após o ocorrido, a parlamentar decidiu registrar boletim de ocorrência e oferecer representação criminal contra a autora dos ataques, que ainda não foi identificada. Além das ofensas, a acusada também ameaçou esfaquear, degolar Hilton e atear fogo na residência e no corpo da vereadora.
No e-mail, de teor transfóbico e racista, a investigada disparou: "eu garanto que você vai morrer". Registrado no dia 23 de fevereiro, no boletim de ocorrência a que este jornal teve acesso, Erika afirmou estar se "sentindo extremamente agredida, ofendida, ameaçada e com medo. Gostaria que o autor(a) do email seja responsabilizado".
"Você nunca deveria nem ter sido parido de sua mãe", escreveu a suspeita. Pioneira na Câmara Municipal de São Paulo, sendo a primeira mulher transgênero a ocupar uma cadeira na casa, a vereadora já foi alvo de transfobia em outras situações.
No Instagram, a parlamentar lamentou que desde o início do mandato é alvo de ameaças. "Não posso receber amigos em casa, não posso ir ao supermercado sozinha, estou sempre acompanhada por seguranças e carro oficial", desabafou.
Mesmo com a sequência de ataques virtuais, Hilton afirmou não temer. "Meus agressores acham que vão me parar, eles estão enganados. Seguirei firme", escreveu na publicação. Outras autoridades políticas se manifestaram em apoio à parlamentar. Manuela D'ávila, ex-deputada estadual do Rio Grande do Sul, disse em sua conta oficial do Twitter que é "preciso proteger nossas mulheres eleitas".
Na tarde desta quinta-feira, 10, durante a CPI da Violência contra Pessoas Trans e Travestis, Erika fez um pronunciamento sobre as ameaças que sofreu.
O autor das mensagens ameaçadoras não está identificado. A primeira suspeita é que seria uma mulher, mas a verdadeira identidade do agressor só poderá ser descoberta quando a Polícia fizer rastreamento pericial nas correspondências.
Ao Estadão, a assessoria jurídica da vereadora comunicou que a Câmara Municipal disponibiliza um carro oficial e designou dois Guardas Municipais para a segurança de Erika desde quando uma pessoa tentou invadir o gabinete dela no início de 2021. O caso foi registrado junto ao 1º Distrito Policial da Polícia Civil de São Paulo.
"
["author"]=>
string(18) "Estadão Conteúdo"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(589725)
["filename"]=>
string(18) "vereadoratrans.jpg"
["size"]=>
string(5) "50761"
["mime_type"]=>
string(10) "image/jpeg"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(17) "ffotosiinternass/"
}
["image_caption"]=>
string(34) "© José Antônio Teixeira / ALESP"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(153) "Além das ofensas, a acusada também ameaçou esfaquear, degolar Hilton e atear fogo na residência e no corpo da vereadora
"
["author_slug"]=>
string(16) "estadao-conteudo"
["views"]=>
int(198)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(78) "meus-agressores-acham-que-vao-me-parar-reage-erika-hilton-apos-receber-ameacas"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(431)
["name"]=>
string(9) "Política"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "politica"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(431)
["name"]=>
string(9) "Política"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(8) "politica"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-03-11 19:16:42.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-03-11 19:16:42.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2022-03-11T19:10:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(35) "ffotosiinternass/vereadoratrans.jpg"
}
"Satanás do inferno" e "traveco". Estes foram alguns dos xingamentos direcionados à vereadora Erika Hilton, 29, (PSOL). As ameaças foram enviadas por e-mail. Após o ocorrido, a parlamentar decidiu registrar boletim de ocorrência e oferecer representação criminal contra a autora dos ataques, que ainda não foi identificada. Além das ofensas, a acusada também ameaçou esfaquear, degolar Hilton e atear fogo na residência e no corpo da vereadora.
No e-mail, de teor transfóbico e racista, a investigada disparou: "eu garanto que você vai morrer". Registrado no dia 23 de fevereiro, no boletim de ocorrência a que este jornal teve acesso, Erika afirmou estar se "sentindo extremamente agredida, ofendida, ameaçada e com medo. Gostaria que o autor(a) do email seja responsabilizado".
"Você nunca deveria nem ter sido parido de sua mãe", escreveu a suspeita. Pioneira na Câmara Municipal de São Paulo, sendo a primeira mulher transgênero a ocupar uma cadeira na casa, a vereadora já foi alvo de transfobia em outras situações.
No Instagram, a parlamentar lamentou que desde o início do mandato é alvo de ameaças. "Não posso receber amigos em casa, não posso ir ao supermercado sozinha, estou sempre acompanhada por seguranças e carro oficial", desabafou.
Mesmo com a sequência de ataques virtuais, Hilton afirmou não temer. "Meus agressores acham que vão me parar, eles estão enganados. Seguirei firme", escreveu na publicação. Outras autoridades políticas se manifestaram em apoio à parlamentar. Manuela D'ávila, ex-deputada estadual do Rio Grande do Sul, disse em sua conta oficial do Twitter que é "preciso proteger nossas mulheres eleitas".
Na tarde desta quinta-feira, 10, durante a CPI da Violência contra Pessoas Trans e Travestis, Erika fez um pronunciamento sobre as ameaças que sofreu.
O autor das mensagens ameaçadoras não está identificado. A primeira suspeita é que seria uma mulher, mas a verdadeira identidade do agressor só poderá ser descoberta quando a Polícia fizer rastreamento pericial nas correspondências.
Ao Estadão, a assessoria jurídica da vereadora comunicou que a Câmara Municipal disponibiliza um carro oficial e designou dois Guardas Municipais para a segurança de Erika desde quando uma pessoa tentou invadir o gabinete dela no início de 2021. O caso foi registrado junto ao 1º Distrito Policial da Polícia Civil de São Paulo.