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A prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), afirmou que o segundo nome da chapa governista ao Senado em Minas Gerais deve ter um perfil capaz de ampliar alianças e fortalecer o palanque do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no estado. Em conversa com o Estado de Minas, a petista indicou que a escolha pode recair sobre alguém de centro.
“Acho que o segundo nome deve atender à necessidade de ampliar o palanque do majoritário ao governo estadual e presidencial. Talvez um perfil mais de centro”, disse.
A declaração ocorre após a confirmação, pelo PT nacional, da candidatura de Marília Campos ao Senado em 2026, o que abriu uma nova etapa nas articulações políticas em Minas. Com o nome da prefeita definido como prioridade da sigla, o foco agora se volta para a segunda vaga da chapa, que dependerá de negociações conduzidas por Lula e pela direção nacional do partido.
Nos bastidores, diferentes correntes do campo aliado ao governo se movimentam para disputar o posto. Entre os nomes citados estão o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), a ex-deputada federal Áurea Carolina (PSOL) e o deputado federal Mário Heringer (PDT). A possibilidade de uma dobradinha entre forças progressistas é tratada como estratégica para a reeleição de Lula, mas ainda esbarra em interesses partidários e na necessidade de acomodar aliados.
Dentro do PT, a prioridade é consolidar o nome de Marília como a principal aposta da legenda para a disputa. A presidente do partido em Minas, deputada Leninha, já afirmou que a sigla trabalhará para garantir a presença da prefeita na chapa, enquanto o segundo nome será fruto de negociações nacionais.
A própria Marília condicionou a entrada na disputa ao apoio explícito de Lula. Antes da confirmação, a prefeita disse que só deixaria o cargo se fosse tratada como prioridade pelo presidente: “Eu quero que ele fale: ‘Ó, Marília, você é a minha candidata do meu coração’. Eu quero esse chamego do presidente Lula”, afirmou em entrevista anterior.
A petista também tem defendido que o partido concentre esforços em apenas um nome competitivo. Segundo ela, embora haja duas vagas em disputa, a estratégia deve ser apostar todas as fichas em uma candidatura considerada viável. Nesse cenário, o segundo nome teria papel complementar na composição política e eleitoral.
Entre os possíveis aliados, o ministro Alexandre Silveira é citado como um dos nomes com maior capacidade de diálogo com setores de centro e empresariais. Ele, no entanto, evita falar em disputa eleitoral e afirma que a decisão caberá ao presidente: “Não tenho nenhum apego a mandato. Reforço a minha absoluta lealdade à reeleição do presidente Lula”, disse.
Outra pré-candidata é a ex-deputada Áurea Carolina, que defende uma chapa progressista para as duas vagas. Ela afirma trabalhar por uma dobradinha com Marília e por uma aliança ampla em torno da reeleição do presidente: “A reeleição do presidente Lula é a nossa prioridade número um. Mas não adianta só eleger o presidente. A gente precisa eleger deputados e senadores comprometidos com o povo”, afirmou.
No PDT, o deputado federal Mário Heringer diz que o Senado é uma possibilidade, mas condiciona a candidatura a uma construção coletiva: “Eu não posso ser candidato de mim mesmo. Tenho que ser candidato de um segmento, de um grupo, de um contexto”. Segundo ele, a definição dependerá da composição das chapas e das alianças partidárias.
Heringer também alertou para o risco de o campo conservador ampliar sua força no Senado: “A direita colocou como meta fazer a maioria do Senado. E nós temos que tomar cuidado com isso”. Para ele, a definição das candidaturas precisa ocorrer com rapidez: “Minas Gerais está se organizando pela direita, enquanto nós estamos perdendo tempo para estabelecer quem serão nossos candidatos.”
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“Acho que o segundo nome deve atender à necessidade de ampliar o palanque do majoritário ao governo estadual e presidencial. Talvez um perfil mais de centro”, disse.
A declaração ocorre após a confirmação, pelo PT nacional, da candidatura de Marília Campos ao Senado em 2026, o que abriu uma nova etapa nas articulações políticas em Minas. Com o nome da prefeita definido como prioridade da sigla, o foco agora se volta para a segunda vaga da chapa, que dependerá de negociações conduzidas por Lula e pela direção nacional do partido.
Nos bastidores, diferentes correntes do campo aliado ao governo se movimentam para disputar o posto. Entre os nomes citados estão o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), a ex-deputada federal Áurea Carolina (PSOL) e o deputado federal Mário Heringer (PDT). A possibilidade de uma dobradinha entre forças progressistas é tratada como estratégica para a reeleição de Lula, mas ainda esbarra em interesses partidários e na necessidade de acomodar aliados.
Dentro do PT, a prioridade é consolidar o nome de Marília como a principal aposta da legenda para a disputa. A presidente do partido em Minas, deputada Leninha, já afirmou que a sigla trabalhará para garantir a presença da prefeita na chapa, enquanto o segundo nome será fruto de negociações nacionais.
A própria Marília condicionou a entrada na disputa ao apoio explícito de Lula. Antes da confirmação, a prefeita disse que só deixaria o cargo se fosse tratada como prioridade pelo presidente: “Eu quero que ele fale: ‘Ó, Marília, você é a minha candidata do meu coração’. Eu quero esse chamego do presidente Lula”, afirmou em entrevista anterior.
A petista também tem defendido que o partido concentre esforços em apenas um nome competitivo. Segundo ela, embora haja duas vagas em disputa, a estratégia deve ser apostar todas as fichas em uma candidatura considerada viável. Nesse cenário, o segundo nome teria papel complementar na composição política e eleitoral.
Entre os possíveis aliados, o ministro Alexandre Silveira é citado como um dos nomes com maior capacidade de diálogo com setores de centro e empresariais. Ele, no entanto, evita falar em disputa eleitoral e afirma que a decisão caberá ao presidente: “Não tenho nenhum apego a mandato. Reforço a minha absoluta lealdade à reeleição do presidente Lula”, disse.
Outra pré-candidata é a ex-deputada Áurea Carolina, que defende uma chapa progressista para as duas vagas. Ela afirma trabalhar por uma dobradinha com Marília e por uma aliança ampla em torno da reeleição do presidente: “A reeleição do presidente Lula é a nossa prioridade número um. Mas não adianta só eleger o presidente. A gente precisa eleger deputados e senadores comprometidos com o povo”, afirmou.
No PDT, o deputado federal Mário Heringer diz que o Senado é uma possibilidade, mas condiciona a candidatura a uma construção coletiva: “Eu não posso ser candidato de mim mesmo. Tenho que ser candidato de um segmento, de um grupo, de um contexto”. Segundo ele, a definição dependerá da composição das chapas e das alianças partidárias.
Heringer também alertou para o risco de o campo conservador ampliar sua força no Senado: “A direita colocou como meta fazer a maioria do Senado. E nós temos que tomar cuidado com isso”. Para ele, a definição das candidaturas precisa ocorrer com rapidez: “Minas Gerais está se organizando pela direita, enquanto nós estamos perdendo tempo para estabelecer quem serão nossos candidatos.”