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Lançado na quinta-feira (9), o livro “Eduardo Campos em Histórias” celebra o legado do político pernambucano em 50 contos que relatam "causos" e episódios curiosos e narram momentos de sua trajetória. De autoria dos jornalistas Evaldo Costa e Ítalo Rocha Leitão, a obra também revela quem era o homem por trás do governador, ministro e presidenciável.
Estiveram presentes no evento o deputado federal Pedro Campos (PSB), o pré-candidato a governador de Pernambuco João Campos (PSB), a viúva de Eduardo, Renata Campos, a filha Maria Eduarda Campos, entre outros familiares, amigos e aliados do político.
Autor também de “Miguel Arraes: Histórias de Lá e de Cá”, Ítalo Rocha Leitão explicou que a nova obra percorre todas as fases da vida de Eduardo. Segundo ele, cada história combina fatos biográficos com humor e entretenimento para prender o leitor, reservando a tristeza para a partida precoce do líder político.
Autores
“Um dos destaques que trago no livro, fruto de conversas com o Renata, que acompanhou tudo de perto, é o Ganhe o Mundo. Considero este o programa mais inclusivo da história da educação de Pernambuco. Eduardo o criou não apenas como uma ação passageira, mas como uma política de Estado, e imprimiu essa mesma visão em diversos outros projetos”, comentou o autor.
Secretário de imprensa do governo de Campos, Evaldo Costa declarou que a obra traz histórias “saborosas e reais”. “Elas nos permitem matar a saudade da presença luminosa de Eduardo. É uma forma de resgatar o impacto e o brilho que a trajetória dele projetou tanto em nosso estado quanto em todo o país”, disse.
No entanto, no início, o formato em contos — que, segundo Evaldo, foi ideia de Pedro — foi motivo de implicância. “Debati muito com ele no começo, porque eu queria que fosse um projeto mais denso, mas hoje vejo como foi certeira a ideia de descrever a trajetória pessoal e política de Eduardo através desses causos. É um jeito de dizer o que precisava ser dito, mas de forma leve e engraçada”, contou.
Histórias
Já Pedro, que ajudou a pensar e organizar o livro, afirma que a obra reúne histórias sérias, outras que buscam uma moral e também as engraçadas, espelhando um gosto pessoal de seu pai. “Eu acho que as melhores histórias são aquelas que, além de tudo, nos fazem rir e trazem essa leveza. O livro tem passagens muito boas nesse sentido”, afirmou.
Ele contou que uma de suas histórias favoritas, e que está na obra, é sobre um congresso socialista que aconteceu em Pernambuco, em que a multidão, ao ouvir gritos pedindo a soltura de Nelson Mandela, se confundiu achando que Miguel Arraes, avô de Eduardo, havia prendido o líder sul-africano por engano.
Além das histórias engraçadas, de acordo com Pedro, traços da personalidade de Eduardo e da sua forma de fazer política estão presentes nos contos, mostrando seu lado solidário, a forma com que ele tratava os amigos e aliados e também sua “capacidade de se indignar”.
João, que compartilhou da preferência pela mesma história citada pelo irmão, descreveu o pai como um como um “fabricante de sorrisos” e desejou que quem lesse o livro, lembrasse dele sorrindo. “Ele não gostava de nada triste — nem de filme de drama ele gostava; gostava de coisa para cima, leve. Então, que a gente possa lembrá-lo desse jeito”, disse.
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Lançado na quinta-feira (9), o livro “Eduardo Campos em Histórias” celebra o legado do político pernambucano em 50 contos que relatam "causos" e episódios curiosos e narram momentos de sua trajetória. De autoria dos jornalistas Evaldo Costa e Ítalo Rocha Leitão, a obra também revela quem era o homem por trás do governador, ministro e presidenciável.
Estiveram presentes no evento o deputado federal Pedro Campos (PSB), o pré-candidato a governador de Pernambuco João Campos (PSB), a viúva de Eduardo, Renata Campos, a filha Maria Eduarda Campos, entre outros familiares, amigos e aliados do político.
Autor também de “Miguel Arraes: Histórias de Lá e de Cá”, Ítalo Rocha Leitão explicou que a nova obra percorre todas as fases da vida de Eduardo. Segundo ele, cada história combina fatos biográficos com humor e entretenimento para prender o leitor, reservando a tristeza para a partida precoce do líder político.
Autores
“Um dos destaques que trago no livro, fruto de conversas com o Renata, que acompanhou tudo de perto, é o Ganhe o Mundo. Considero este o programa mais inclusivo da história da educação de Pernambuco. Eduardo o criou não apenas como uma ação passageira, mas como uma política de Estado, e imprimiu essa mesma visão em diversos outros projetos”, comentou o autor.
Secretário de imprensa do governo de Campos, Evaldo Costa declarou que a obra traz histórias “saborosas e reais”. “Elas nos permitem matar a saudade da presença luminosa de Eduardo. É uma forma de resgatar o impacto e o brilho que a trajetória dele projetou tanto em nosso estado quanto em todo o país”, disse.
No entanto, no início, o formato em contos — que, segundo Evaldo, foi ideia de Pedro — foi motivo de implicância. “Debati muito com ele no começo, porque eu queria que fosse um projeto mais denso, mas hoje vejo como foi certeira a ideia de descrever a trajetória pessoal e política de Eduardo através desses causos. É um jeito de dizer o que precisava ser dito, mas de forma leve e engraçada”, contou.
Histórias
Já Pedro, que ajudou a pensar e organizar o livro, afirma que a obra reúne histórias sérias, outras que buscam uma moral e também as engraçadas, espelhando um gosto pessoal de seu pai. “Eu acho que as melhores histórias são aquelas que, além de tudo, nos fazem rir e trazem essa leveza. O livro tem passagens muito boas nesse sentido”, afirmou.
Ele contou que uma de suas histórias favoritas, e que está na obra, é sobre um congresso socialista que aconteceu em Pernambuco, em que a multidão, ao ouvir gritos pedindo a soltura de Nelson Mandela, se confundiu achando que Miguel Arraes, avô de Eduardo, havia prendido o líder sul-africano por engano.
Além das histórias engraçadas, de acordo com Pedro, traços da personalidade de Eduardo e da sua forma de fazer política estão presentes nos contos, mostrando seu lado solidário, a forma com que ele tratava os amigos e aliados e também sua “capacidade de se indignar”.
João, que compartilhou da preferência pela mesma história citada pelo irmão, descreveu o pai como um como um “fabricante de sorrisos” e desejou que quem lesse o livro, lembrasse dele sorrindo. “Ele não gostava de nada triste — nem de filme de drama ele gostava; gostava de coisa para cima, leve. Então, que a gente possa lembrá-lo desse jeito”, disse.