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string(74) "Joice Hasselmann declara voto em Lula no 2º turno: "Falo o que vi e vivi""
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string(5853) "A ex-deputada federal Joice Hasselmann foi às redes sociais, nesta quinta-feira (22/10), declarar apoio ao presidente Lula (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. Líder do governo Bolsonaro no Congresso Nacional em 2018, a paranaense se afastou de antigos aliados nos anos seguintes. “Perder uma eleição, tudo bem. Perder a democracia, jamais”, afirma.
Hasselmann é mais uma das figuras políticas que já formaram oposição aos governos de Lula e Dilma Rousseff e agora declaram apoio contrário à Flávio Bolsonaro (PL). No vídeo, ela relembra a trajetória desde o apoio inicial ao bolsonarismo até o isolamento que se seguiu.
“Em 2018, acreditei em Bolsonaro, sim. Fui a primeira mulher com expressão nacional a pegar pelas mãos dele e a rodar o Brasil”, lembra. “Mas ainda no primeiro ano do governo Bolsonaro, minhas esperanças de um país melhor foram embora. Eu vi o clã por dentro”.
Hasselmann afirma que “pagou c
aro” pelo apoio a Jair Bolsonaro e que viu de perto o envolvimento do ex-presidente e familiares em casos de corrupção. “Começou com a podridão dos filhos, a farsa da esposa, vieram os aliados corruptos e a corrupção foi acontecendo de forma quase industrial. O mal tinha vencido dentro do governo”, diz. “Eu errei em ajudar, mas não poderia ficar de braços cruzados, então, denunciei tudo, ainda em 2019”.
Dois lados
A antiga aliada de Flávio afirma que os planos para um golpe de Estado, que levaram à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, já existiam no primeiro ano de governo.
“Fui a primeira a denunciar a existência da minuta do golpe que estava na gaveta do Presidente da República. Levei informação ao Presidente do STF”, aponta. “Eu perdi poder, aliados, base, fui agredida, grampeada, perseguida, espancada, mas não desisti. O tempo mostrou e comprovou que tudo que eu denunciei, debaixo de um linchamento moral, aconteceu”.
Sobre a disputa entre Lula e Flávio, Hasselmann afirma que os dois lados não são iguais e defende a oposição democrática. “Um tem ideias que combato há décadas, mas dentro das regras da democracia. O outro, a família miliciana, ligada a facções criminosas, a família capaz de qualquer coisa, inclusive de mandar matar. É o grupo que representa ódio, mentira, violência, crimes, roubo”, diz.
“Haverá jogo”
A ex-deputada reforça o apoio ao presidente Lula a despeito do histórico de enfrentamento ao PT, e declara o voto no segundo turno. “Dia 26, volto ao debate de ideias. Sim, volto à oposição, mas dentro do processo democrático, onde é possível fazer oposição. Voto Lula, sem meias palavras, sem hipocrisia”, afirma.
Segundo ela, a posição a renderá “muitas críticas” e “portas fechadas”. Porém, não acredita que Flávio respeitará o regime democrático se eleito. “Alguém em sã consciência acha que o clã pró-golpe vai aceitar uma pessoa que não tenha o sobrenome Bolsonaro na disputa pela presidência?”, ironiza.
Hasselman afirma que o envolvimento de Flávio com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, pivô do escândalo do Banco Master, o levará à prisão. “Eu acertei todas as previsões”, aponta. “Discordem se quiserem. Critiquem, deletem. Eu falo o que vi e vivi. Entre discordar e o mal maior, eu fico com as regras do jogo. Eu voto em Lula no domingo. Dia 26, haverá jogo”, conclui.
Acesse o vídeo:
https://www.facebook.com/maisgoiasoficial/videos/siga-mais-goi%C3%A1s-pol%C3%ADtica-a-ex-deputada-federal-joice-hasselmann-publicou-um-v%C3%ADde/2181081262844030/
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Hasselmann é mais uma das figuras políticas que já formaram oposição aos governos de Lula e Dilma Rousseff e agora declaram apoio contrário à Flávio Bolsonaro (PL). No vídeo, ela relembra a trajetória desde o apoio inicial ao bolsonarismo até o isolamento que se seguiu.
“Em 2018, acreditei em Bolsonaro, sim. Fui a primeira mulher com expressão nacional a pegar pelas mãos dele e a rodar o Brasil”, lembra. “Mas ainda no primeiro ano do governo Bolsonaro, minhas esperanças de um país melhor foram embora. Eu vi o clã por dentro”.
Hasselmann afirma que “pagou c
aro” pelo apoio a Jair Bolsonaro e que viu de perto o envolvimento do ex-presidente e familiares em casos de corrupção. “Começou com a podridão dos filhos, a farsa da esposa, vieram os aliados corruptos e a corrupção foi acontecendo de forma quase industrial. O mal tinha vencido dentro do governo”, diz. “Eu errei em ajudar, mas não poderia ficar de braços cruzados, então, denunciei tudo, ainda em 2019”.
Dois lados
A antiga aliada de Flávio afirma que os planos para um golpe de Estado, que levaram à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, já existiam no primeiro ano de governo.
“Fui a primeira a denunciar a existência da minuta do golpe que estava na gaveta do Presidente da República. Levei informação ao Presidente do STF”, aponta. “Eu perdi poder, aliados, base, fui agredida, grampeada, perseguida, espancada, mas não desisti. O tempo mostrou e comprovou que tudo que eu denunciei, debaixo de um linchamento moral, aconteceu”.
Sobre a disputa entre Lula e Flávio, Hasselmann afirma que os dois lados não são iguais e defende a oposição democrática. “Um tem ideias que combato há décadas, mas dentro das regras da democracia. O outro, a família miliciana, ligada a facções criminosas, a família capaz de qualquer coisa, inclusive de mandar matar. É o grupo que representa ódio, mentira, violência, crimes, roubo”, diz.
“Haverá jogo”
A ex-deputada reforça o apoio ao presidente Lula a despeito do histórico de enfrentamento ao PT, e declara o voto no segundo turno. “Dia 26, volto ao debate de ideias. Sim, volto à oposição, mas dentro do processo democrático, onde é possível fazer oposição. Voto Lula, sem meias palavras, sem hipocrisia”, afirma.
Segundo ela, a posição a renderá “muitas críticas” e “portas fechadas”. Porém, não acredita que Flávio respeitará o regime democrático se eleito. “Alguém em sã consciência acha que o clã pró-golpe vai aceitar uma pessoa que não tenha o sobrenome Bolsonaro na disputa pela presidência?”, ironiza.
Hasselman afirma que o envolvimento de Flávio com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, pivô do escândalo do Banco Master, o levará à prisão. “Eu acertei todas as previsões”, aponta. “Discordem se quiserem. Critiquem, deletem. Eu falo o que vi e vivi. Entre discordar e o mal maior, eu fico com as regras do jogo. Eu voto em Lula no domingo. Dia 26, haverá jogo”, conclui.
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