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string(81) "Governador vai ‘detalhar’ forma de reajuste dos servidores nesta terça-feira"
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string(4127) "O governador Mateus Simões (PSD) irá detalhar nesta terça-feira (31/3) a forma como será feito o reajuste salarial e o pagamento dos retroativos dos servidores públicos da administração direta. O aumento de 5,4% foi aprovado na semana passada (26/3), com retroativo desde 1º de janeiro de 2026. Mas coube ao Executivo estadual definir o cronograma de pagamentos.
O anúncio será feito à imprensa às 13 horas, em Belo Horizonte em uma interrupção no "tour" que tem sido feito pelo governador Simões com a transferência simbólica da capital para diferentes cidades do estado. Desde que assumiu, no domingo (22/3), a capital já esteve em Uberlândia e Ipatinga.
O governador chegou a dizer em entrevista a O TEMPO que poderia publicar uma folha extra para o início do pagamento dos retroativos, mas a informação não foi confirmada pois ainda dependia da aprovação da proposta pela Assembleia Legislativa.
A proposta de reajuste encaminhada pelo Governo de Minas, foi validada em segundo turno com 49 votos favoráveis e nenhuma manifestação contrária. O índice ficou um pouco acima do índice oficial de inflação de 2025, que foi de 4,26%. Contudo, não contemplou perdas inflacionárias de anos anteriores.
Durante os sete anos em que o ex-governador Romeu Zema, que renunciou no início de março para poder concorrer à presidência da República, foram apenas três aumentos ao funcionalismo geral.
O texto aprovado para este ano estabelece a recomposição dos vencimentos do funcionalismo com efeito retroativo a janeiro deste ano, garantindo que os servidores recebam as diferenças acumuladas desde o início de 2026.
Durante a votação, emendas que sugeriam um aumento superior ao índice proposto foram analisadas separadamente, mas acabaram rejeitadas pelo plenário.
A matéria foi aprovada na forma de um substitutivo, incorporando uma modificação sugerida pelo Executivo estadual que altera atribuições dentro do secretariado. A mudança transfere competências da Casa Civil para a Secretaria-Geral, ampliando o campo de atuação do governador.
A inclusão desse trecho gerou críticas por parte da oposição, que classifica a medida como um “jabuti” — termo usado para designar alterações sem relação direta com o conteúdo principal do projeto. Apesar da controvérsia, a proposta avançou rapidamente, impulsionada pelo prazo legal.
Isso porque a legislação eleitoral impede a aprovação de reajustes salariais acima da inflação nos seis meses que antecedem as eleições, o que exigia a votação da matéria até o início de abril.
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