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A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann, cobrou nesta segunda-feira (23) que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tome "medidas firmes" sobre a propagação de fake news no período eleitoral. Ela também avalia que a campanha eleitoral será "muito judicializada" por conta das "barbaridades" que os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) cometem.
"Primeiro, nós temos que estar preparados. E alertar à população que tudo o que vem do Bolsonaro é mentira", disse Gleisi em coletiva hoje, após primeira reunião do conselho político da chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB). Os dois estiveram presentes no evento, mas não deram entrevista.
"A gente está com uma equipe jurídica que já começou a operar, e agora vai conversar com o jurídico dos demais partidos, junto com a comunicação", disse a presidente. "Essa campanha vai ser muito judicializada, por conta das barbaridades que eles fazem. Então a gente tem que preparar bem, estruturar bem."
Primeira reunião do conselho político
A reunião da chapa Lula-Alckmin ocorreu nesta manhã e marcou o primeiro encontro entre os presidentes e líderes dos partidos que compõem o Movimento Vamos Juntos Pelo Brasil: PT, PSol, PCdoB, PV, PSB, Solidariedade e Rede. Apenas o presidente psolista, Juliano Medeiros, não pôde participar. Também estiveram na reunião os ex-governadores Márcio França (PSB) e Wellington Dias (PT), o ex-ministro Luiz Dulci e o líder do MTST Guilherme Boulos (PSol).
Na entrevista, Gleisi ainda cobrou ações mais firmes das instituições sobre a divulgação de fake news. "Eu espero que as instituições, principalmente o TSE, tomem medidas firmes em relação a isso. Firmes! Nós queremos conversar com o TSE sobre o Telegram. Vai ter escritório aqui? Tem um representante? Vai ter regras sobre isso, tal qual o WhatsApp fez, ou vai ser terra de ninguém?", questionou a deputada.
Gleisi disse ainda que pretende levar os partidos que sofrem com ataques bolsonaristas nas redes para fazer uma audiência com o TSE. A deputada afirmou que WhatsApp, Twitter e Facebook já possuem regras para a divulgação de notícias falsas, mas o Telegram ainda não.
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"Primeiro, nós temos que estar preparados. E alertar à população que tudo o que vem do Bolsonaro é mentira", disse Gleisi em coletiva hoje, após primeira reunião do conselho político da chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB). Os dois estiveram presentes no evento, mas não deram entrevista.
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Primeira reunião do conselho político
A reunião da chapa Lula-Alckmin ocorreu nesta manhã e marcou o primeiro encontro entre os presidentes e líderes dos partidos que compõem o Movimento Vamos Juntos Pelo Brasil: PT, PSol, PCdoB, PV, PSB, Solidariedade e Rede. Apenas o presidente psolista, Juliano Medeiros, não pôde participar. Também estiveram na reunião os ex-governadores Márcio França (PSB) e Wellington Dias (PT), o ex-ministro Luiz Dulci e o líder do MTST Guilherme Boulos (PSol).
Na entrevista, Gleisi ainda cobrou ações mais firmes das instituições sobre a divulgação de fake news. "Eu espero que as instituições, principalmente o TSE, tomem medidas firmes em relação a isso. Firmes! Nós queremos conversar com o TSE sobre o Telegram. Vai ter escritório aqui? Tem um representante? Vai ter regras sobre isso, tal qual o WhatsApp fez, ou vai ser terra de ninguém?", questionou a deputada.
Gleisi disse ainda que pretende levar os partidos que sofrem com ataques bolsonaristas nas redes para fazer uma audiência com o TSE. A deputada afirmou que WhatsApp, Twitter e Facebook já possuem regras para a divulgação de notícias falsas, mas o Telegram ainda não.