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A ação foi impetrada pelo laboratório indiano, Virchow Biotech, primeiro colocado na licitação, mas não pôde assumir os serviços. Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento vendido pela empresa não atendia às exigências de qualificação técnica exigidas no edital.
O plenário do TCU havia barrado a compra pois o pregão eletrônico realizado pelo Poder Executivo havia apresentado valores 36% acima de outros concorrentes no certame, o que resultaria em um desperdício na casa de R$ 160 milhões.
Apesar do valor excessivo observado pelo tribunal econômico, Fux entendeu que havia risco de desabastecimento da droga no Sistema Único de Saúde (SUS) e por isso, a compra da imunoglobulina humana é estritamente necessária e de caráter emergencial.
Devido a este fatores, o presidente da Corte deliberou pela assinatura do contrato da Saúde com a empresa chinesa, Nanjing Pharmacare.
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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, derrubou decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) e permitiu o governo federal a comprar imunoglobulina humana 5G pelo montante de R$ 310 milhões. O medicamento é utilizado para tratar diversas doenças, entre elas o desenvolvimento do vírus HIV e a Aids.
A ação foi impetrada pelo laboratório indiano, Virchow Biotech, primeiro colocado na licitação, mas não pôde assumir os serviços. Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento vendido pela empresa não atendia às exigências de qualificação técnica exigidas no edital.
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