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string(108) "Final de campanha para o Tiradentes tem Simões no ataque, Cleitinho revidando e Patrus 'paz e amor'"
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string(6834) "A campanha de primeiro turno para o governo de Minas Gerais entra na reta final com ataques, contra-ataques, mas também postura 'zen' por parte dos candidatos. Cada um tem o seu objetivo, dependendo do posicionamento em que se encontra nas pesquisas de intenção de voto. Há quem queira vencer a disputa ainda no primeiro turno, e quem luta para levar a eleição para a segunda etapa de votação.
O principal canhoneiro é o governador Mateus Simões (PSD), que, em busca da reeleição, luta para ir ao segundo turno. O atual chefe do Poder Executivo estadual está em quarto lugar na mais recente pesquisa DATATEMPO, divulgada em 21 de setembro. Seu principal alvo é o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), de quem tenta tirar votos. O parlamentar lidera a pesquisa, com 33,7%, e tem chances de vitória no primeiro turno. Para que isso ocorra, é preciso que o candidato tenha mais de 50% dos votos válidos, conta que exclui brancos e nulos.
No programa de rádio e televisão desta segunda-feira (28/09), atacou Cleitinho, que faz parte de seu espectro ideológico, a centro-direita, mas também o ex-prefeito de Belo Horizonte, Patrus Ananias (PT), de esquerda. Por serem de campos antagônicos, é pouco provável que o governador tire votos do ex-prefeito da capital. Há tentativa ocorre, no entanto, porque Patrus é o segundo colocado na pesquisa, com 13,6%.
No ataque duplo no programa de rádio e televisão, Simões disse que votar em um dos dois candidatos à frente nos levantamentos eleitorais são "voltar atrás ou pular no escuro", se referindo respectivamente ao fato de o PT, com Fernando Pimentel, já ter governado Minas Gerais, gestão pela qual a legenda é criticada até hoje, e por Cleitinho nunca ter exercido um cargo do Poder Executivo. Em relação ao PT, a crítica foi estendida ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Esse filme do Lula, a gente já viu. O Lula tá fazendo com o Brasil o que o PT fez com Minas. Quebra o Estado e manda a conta para o povo. Prometeu picanha e entregou o quê? Mas eu quero mesmo é falar de Minas, porque hoje o cenário é preocupante. Os dois que aparecem na frente nas pesquisas são o PT e o Cleitinho, o candidato do partido que já quebrou Minas e o candidato que pode quebrar Minas de novo. Não podia ser pior. Se nada mudar, o segundo turno vai ser entre voltar atrás ou pular no escuro. Isso seria uma tragédia", disse.
Em relação especificamente a Cleitinho, Simões reclamou ao longo de toda a campanha de primeiro turno sobre a promessa do senador de, se eleito, mudar a cobrança do IPVA, de forma a reduzir o impacto financeiro no bolso do contribuinte. O governador já afirmou que o rival faz a proposta, mas não diz como irá, a partir da redução na arrecadação do imposto, ressarcir os cofres das prefeituras municipais, que recebem parte do IPVA.
Em vídeo divulgado nas redes sociais nesta segunda-feira (28/09), Cleitinho, ao conversar pela segunda vez com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sobre mudanças no imposto, disse, sem citar nomes que apenas "políticos maldosos ficam com medo" de falar sobre mudanças no IPVA. A conversa entre Tarcísio e Cleitinho ocorreu por telefone a partir de chamada do senador mineiro. Em São Paulo o governador isentou o IPVA para motos até 180 cilindradas.
Patrus, que além do ataque desta segunda, já havia sido alvejado por Simões durante debate ao qual faltou, na Record, evitou ao longo de toda a campanha até aqui retrucar adversários. Na ocasião, o governador disse que o candidato do PT deveria ter ido ao encontro e pedir desculpas "pelo que o partido fez com o estado". Na gestão de Pimentel houve atraso de salário dos servidores e de repasses obrigatórios a prefeitos. Ao retrucar, em seu conhecido modo "paz e amor", Patrus diz que responde apenas por própria conduta. Além disso, em todas as entrevistas que dá, afirma que continuará sua campanha sem ataques e se concentrando em propostas.
Na briga para tentar a ida ao segundo turno, outro que vem se portando como atirador na campanha de primeiro turno é o também ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), que está em terceiro lugar na pesquisa DATATEMPO, com 9,8% das intenções de votos, tecnicamente empatado com Patrus. Durante ato de campanha nesta segunda-feira (28/09) em Ribeirão das Neves, o candidato foi direto no líder Cleitinho, por conta do contato que o senador vem mantendo com o governador de São Paulo."“É o que nós defendemos, entendeu? (...) Minas Gerais não é, como se diz, puxadinho de São Paulo. Minas Gerais não é puxado de ninguém", declarou.
Fecham o grupo dos principais candidatos ao governo de Minas os concorrentes do MDB, Gabriel Azevedo, e do PL, Flávio Roscoe, que estão respectivamente em quinto e sétimo lugares na pesquisa DATATEMPO, com 4% e 1,3%. Em sexto lugar no levantamento aparece Ben Mendes (Missão), com 2,4%. Maior disparador de críticas entre os três, Gabriel colocou Kalil como seu principal alvo. Durante debate ao qual o ex-prefeito faltou, o candidato do MDB mostrou um cartaz direcionado a Kalil com a frase "eu sei que você treme".
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No programa de rádio e televisão desta segunda-feira (28/09), atacou Cleitinho, que faz parte de seu espectro ideológico, a centro-direita, mas também o ex-prefeito de Belo Horizonte, Patrus Ananias (PT), de esquerda. Por serem de campos antagônicos, é pouco provável que o governador tire votos do ex-prefeito da capital. Há tentativa ocorre, no entanto, porque Patrus é o segundo colocado na pesquisa, com 13,6%.
No ataque duplo no programa de rádio e televisão, Simões disse que votar em um dos dois candidatos à frente nos levantamentos eleitorais são "voltar atrás ou pular no escuro", se referindo respectivamente ao fato de o PT, com Fernando Pimentel, já ter governado Minas Gerais, gestão pela qual a legenda é criticada até hoje, e por Cleitinho nunca ter exercido um cargo do Poder Executivo. Em relação ao PT, a crítica foi estendida ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Esse filme do Lula, a gente já viu. O Lula tá fazendo com o Brasil o que o PT fez com Minas. Quebra o Estado e manda a conta para o povo. Prometeu picanha e entregou o quê? Mas eu quero mesmo é falar de Minas, porque hoje o cenário é preocupante. Os dois que aparecem na frente nas pesquisas são o PT e o Cleitinho, o candidato do partido que já quebrou Minas e o candidato que pode quebrar Minas de novo. Não podia ser pior. Se nada mudar, o segundo turno vai ser entre voltar atrás ou pular no escuro. Isso seria uma tragédia", disse.
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Patrus, que além do ataque desta segunda, já havia sido alvejado por Simões durante debate ao qual faltou, na Record, evitou ao longo de toda a campanha até aqui retrucar adversários. Na ocasião, o governador disse que o candidato do PT deveria ter ido ao encontro e pedir desculpas "pelo que o partido fez com o estado". Na gestão de Pimentel houve atraso de salário dos servidores e de repasses obrigatórios a prefeitos. Ao retrucar, em seu conhecido modo "paz e amor", Patrus diz que responde apenas por própria conduta. Além disso, em todas as entrevistas que dá, afirma que continuará sua campanha sem ataques e se concentrando em propostas.
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