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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que encerra a escala de trabalho 6x1, com seis dias de trabalho seguidos por um de descanso. A matéria agora segue para votação no plenário.
A votação na comissão foi simbólica, sem contagem individual de votos. Quatro senadores, no entanto, pediram o registro de suas posições contrárias à proposta. Desses, dois são do PL, um do Republicanos e uma senadora do PP. O PL também foi o partido que mais votou contra o fim da escala 6x1 na Câmara dos Deputados.
Os quatro parlamentares são bolsonaristas e estão no meio de seus mandatos, o que significa que não disputarão as eleições de outubro deste ano.
Veja quem votou contra a PEC
Rogério Marinho (PL/RN)
Jaime Bagattoli (PL/RO)
Tereza Cristina (PP/MS)
Hamilton Mourão (Republicanos/RS)
A aprovação ocorreu após um debate de mais de quatro horas e meia na CCJ. Durante a sessão, a oposição solicitou vista do relatório de Omar Aziz (PSD-AM), o que resultou na suspensão dos trabalhos. O presidente da comissão, Otto Alencar (PSD-BA), estabeleceu um intervalo de uma hora antes da retomada da análise.
O líder da oposição ao governo Lula, Rogério Marinho (PL-RN), criticou a proposta. Ele afirmou que a redução da jornada de trabalho poderia gerar aumento de custos, inflação, desemprego e informalidade. Marinho também tentou retirar o relatório de pauta para priorizar uma PEC de sua autoria, que propõe um regime alternativo à CLT com contratação por hora.
O senador Omar Aziz, relator do texto, rejeitou as 36 emendas apresentadas e manteve integralmente a versão que já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados em maio.
No total, outros 23 senadores presentes na comissão apoiaram a aprovação do relatório.
Veja quem voltou a favor da PEC
Eduardo Braga (MDB/AM)
Renan Calheiros (MDB/AL)
Jader Barbalho (MDB/PA)
Veneziano Vital do Rêgo (MDB/PB)
Soraya Thronicke (PSB/MS)
Professora Dorinha Seabra (União/TO)
Styvenson Valentim (Podemos/RN)
Oriovisto Guimarães (PSDB/PR)
Jayme Campos (União/MT)
Jorge Seif (PL/SC)
Magno Malta (PL/ES)
Dr. Hiran (PP/RR)
Laércio Oliveira (PP/SE)
Otto Alencar (PSD/BA)
Omar Aziz (PSD/AM)
Eliziane Gama (PSD/MA)
Vanderlan Cardoso (PSD/GO)
Rodrigo Pacheco (PSB/MG)
Lourdinha Pereira (PSB/MA)
Rogério Carvalho (PT/SE)
Fabiano Contarato (PT/ES)
Camilo Santana (PT/CE)
Weverton Rocha (PDT/MA)
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que encerra a escala de trabalho 6x1, com seis dias de trabalho seguidos por um de descanso. A matéria agora segue para votação no plenário.
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Veja quem votou contra a PEC
Rogério Marinho (PL/RN)
Jaime Bagattoli (PL/RO)
Tereza Cristina (PP/MS)
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O líder da oposição ao governo Lula, Rogério Marinho (PL-RN), criticou a proposta. Ele afirmou que a redução da jornada de trabalho poderia gerar aumento de custos, inflação, desemprego e informalidade. Marinho também tentou retirar o relatório de pauta para priorizar uma PEC de sua autoria, que propõe um regime alternativo à CLT com contratação por hora.
O senador Omar Aziz, relator do texto, rejeitou as 36 emendas apresentadas e manteve integralmente a versão que já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados em maio.
No total, outros 23 senadores presentes na comissão apoiaram a aprovação do relatório.
Veja quem voltou a favor da PEC
Eduardo Braga (MDB/AM)
Renan Calheiros (MDB/AL)
Jader Barbalho (MDB/PA)
Veneziano Vital do Rêgo (MDB/PB)
Soraya Thronicke (PSB/MS)
Professora Dorinha Seabra (União/TO)
Styvenson Valentim (Podemos/RN)
Oriovisto Guimarães (PSDB/PR)
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