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string(76) "‘Ficou claro que foi uma sabotagem ao governo’, diz Zema sobre Agostinho"
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O governador Romeu Zema (Novo) acusou o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Agostinho Patrus (PSD), de ter sabotado projetos de lei de interesse ao governo. De acordo com Zema, a sabotagem ficou clara quando, ao autorizar a adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kássio Nunes Marques apontou “omissão legislativa” da Casa ao não pautar a matéria.
Em entrevista à Rádio Transamérica 91,3 FM, de Juiz de Fora, na Zona da Mata, Zema disse que, por parte do governo, sempre houve abertura ao diálogo com a ALMG. “Ficou muito claro o porquê de (alguns projetos) não terem andado. Você deve ter notado quem era o pré-candidato a vice-governador do meu adversário (o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil): o presidente da ALMG”, afirmou quando questionado sobre a acirrada relação entre o Executivo e o Legislativo.
A princípio, Agostinho era o pré-candidato a vice-governador do ex-prefeito Alexandre Kalil (PSD). Entretanto, o presidente da ALMG abriu mão da pré-candidatura para selar o apoio do PT a Kalil. A vice, então, foi para as mãos do deputado estadual André Quintão (PT). O acordo ainda levou o deputado federal Reginaldo Lopes (PT) a retirar a pré-candidatura ao Senado, vaga ocupada pelo senador Alexandre Silveira (PSD).
Para Zema, Agostinho, ao lado de “várias outras pessoas em cargos-chave na Assembleia” estavam de outro lado “torcendo” para que projetos de interesse do Palácio Tiradentes não caminhassem na Casa. “Quem perdeu com isso fomos nós, mineiros. Apesar de todo o esforço no sentido contrário, conseguimos levar adiante muita coisa. O que dependia do governo e da nossa equipe avançou. Por que ele não colocou projetos para votar? Por que deixou na gaveta? (Porque) Se colocasse, seriam aprovados”, acrescentou.
Encaminhado à ALMG ainda em outubro de 2019, o projeto de adesão do Estado ao RRF sequer começou a tramitar. Desde então, a pauta do plenário foi trancada em duas oportunidades depois de a matéria esgotar o prazo para a tramitação em regime de urgência. A primeira foi entre novembro de 2021 e março de 2022. Agora, a pauta está travada desde 27 de junho.
A reportagem questionou Agostinho, por meio de assessoria de imprensa, a respeito das declarações. Assim que o posicionamento for encaminhado será acrescentado à matéria.
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O governador Romeu Zema (Novo) acusou o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Agostinho Patrus (PSD), de ter sabotado projetos de lei de interesse ao governo. De acordo com Zema, a sabotagem ficou clara quando, ao autorizar a adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kássio Nunes Marques apontou “omissão legislativa” da Casa ao não pautar a matéria.
Em entrevista à Rádio Transamérica 91,3 FM, de Juiz de Fora, na Zona da Mata, Zema disse que, por parte do governo, sempre houve abertura ao diálogo com a ALMG. “Ficou muito claro o porquê de (alguns projetos) não terem andado. Você deve ter notado quem era o pré-candidato a vice-governador do meu adversário (o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil): o presidente da ALMG”, afirmou quando questionado sobre a acirrada relação entre o Executivo e o Legislativo.
A princípio, Agostinho era o pré-candidato a vice-governador do ex-prefeito Alexandre Kalil (PSD). Entretanto, o presidente da ALMG abriu mão da pré-candidatura para selar o apoio do PT a Kalil. A vice, então, foi para as mãos do deputado estadual André Quintão (PT). O acordo ainda levou o deputado federal Reginaldo Lopes (PT) a retirar a pré-candidatura ao Senado, vaga ocupada pelo senador Alexandre Silveira (PSD).
Para Zema, Agostinho, ao lado de “várias outras pessoas em cargos-chave na Assembleia” estavam de outro lado “torcendo” para que projetos de interesse do Palácio Tiradentes não caminhassem na Casa. “Quem perdeu com isso fomos nós, mineiros. Apesar de todo o esforço no sentido contrário, conseguimos levar adiante muita coisa. O que dependia do governo e da nossa equipe avançou. Por que ele não colocou projetos para votar? Por que deixou na gaveta? (Porque) Se colocasse, seriam aprovados”, acrescentou.
Encaminhado à ALMG ainda em outubro de 2019, o projeto de adesão do Estado ao RRF sequer começou a tramitar. Desde então, a pauta do plenário foi trancada em duas oportunidades depois de a matéria esgotar o prazo para a tramitação em regime de urgência. A primeira foi entre novembro de 2021 e março de 2022. Agora, a pauta está travada desde 27 de junho.
A reportagem questionou Agostinho, por meio de assessoria de imprensa, a respeito das declarações. Assim que o posicionamento for encaminhado será acrescentado à matéria.