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string(66) "Europa celebra a vitória de Lula no Brasil: "A democracia venceu""
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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, estiveram entre os primeiros a felicitar Lula, com quem trabalharam de perto para concluir o acordo comercial UE–Mercosul.
"Parabéns ao meu amigo Lula. A democracia e o multilateralismo venceram no Brasil. A parceria da Europa com o Brasil está a florescer. Continuaremos ao seu lado nos próximos anos. Juntos continuaremos a trabalhar de forma estreita em prol de um comércio livre e aberto, de uma ordem global baseada em regras e de fortes ambições para o clima", afirmou Ursula von der Leyen.
O acordo, assinado em janeiro com o bloco comercial sul-americano que integra Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, foi visto como uma resposta às tarifas punitivas do presidente norte-americano Donald Trump. A União Europeia receava que o rival de extrema-direita de Lula, o senador Flávio Bolsonaro (PL), colocasse o acordo em risco após ter apelado para que o Brasil se libertasse dos "grilhões" do Mercosul e negociasse acordos comerciais independentes, incluindo com os Estados Unidos (EUA).
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, conversou com Lula na noite de domingo para parabenizá-lo. "O povo brasileiro se pronunciou. Continuaremos a trabalhar em conjunto para aprofundar os nossos laços, enfrentar os desafios globais e construir um mundo mais pacífico e próspero", celebrou Costa.
O presidente da França, Emmanuel Macron; o primeiro-ministro da Holanda, Rob Jetten; o premiê da Espanha, Pedro Sánchez; o primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz; e o primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, também enviaram mensagens de felicitação. "Perante os grandes desafios do nosso tempo, reforcemos a nossa parceria estratégica e demos vida à amizade entre os nossos dois países ao serviço de um mundo mais justo", disse Macron.
"O Brasil, a maior democracia da América Latina, escolheu. Parabenizo Lula, o vencedor das eleições. Estou ansioso para aprofundar conjuntamente a parceria estratégica entre Alemanha e Brasil", destacou Merz.
O presidente português António José Seguro igualmente saudou a reeleição em nota oficial: "O presidente António José Seguro expressa a vontade de continuar a colaborar com o seu homólogo brasileiro no aprofundamento do relacionamento entre Portugal e o Brasil, que não se esgota na vertente bilateral, mas se estende também ao domínio multilateral, nomeadamente na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e no quadro da cooperação entre os Estados ibero-americanos".
A declaração diz ainda que "num mundo que permanece marcado por desafios que nenhum país pode enfrentar sozinho, o Presidente da República expressa ainda o seu otimismo quanto à possibilidade de Portugal e o Brasil estreitarem a sua colaboração em prol de causas globais, como o reforço da paz e da segurança, a defesa do direito internacional e dos direitos humanos, bem como a promoção do desenvolvimento sustentável, em particular no âmbito da Organização das Nações Unidas".
Por sua vez, a atuação de Trump é apontada como um fator de aproximação entre a União Europeia e o Brasil, à medida que ambos procuravam parceiros confiáveis em um cenário internacional volátil. O bloco europeu e o governo brasileiro encontraram terreno comum em pautas questionadas por Trump, como o livre comércio, a ordem multilateral e a ação climática, com foco na Amazônia.
Líderes de direita e de esquerda na América Latina também felicitaram Lula e elogiaram o processo democrático, com exceção do presidente da Argentina, Javier Milei. As primeiras felicitações públicas partiram de chefes de Estado e lideranças do México, Bolívia, Paraguai, além de países como Canadá, Índia, Austrália, Rússia, Japão, Coreia do Sul, China e África do Sul.
Até o momento, o presidente dos EUA, Donald Trump, não se manifestou publicamente sobre o resultado.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) oficializou a vitória de Lula quando 97% das urnas estavam apuradas. Naquele momento, o presidente reeleito registrava 51,74% dos votos válidos, contra 48,26% do candidato do PL.
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"Parabéns ao meu amigo Lula. A democracia e o multilateralismo venceram no Brasil. A parceria da Europa com o Brasil está a florescer. Continuaremos ao seu lado nos próximos anos. Juntos continuaremos a trabalhar de forma estreita em prol de um comércio livre e aberto, de uma ordem global baseada em regras e de fortes ambições para o clima", afirmou Ursula von der Leyen.
O acordo, assinado em janeiro com o bloco comercial sul-americano que integra Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, foi visto como uma resposta às tarifas punitivas do presidente norte-americano Donald Trump. A União Europeia receava que o rival de extrema-direita de Lula, o senador Flávio Bolsonaro (PL), colocasse o acordo em risco após ter apelado para que o Brasil se libertasse dos "grilhões" do Mercosul e negociasse acordos comerciais independentes, incluindo com os Estados Unidos (EUA).
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, conversou com Lula na noite de domingo para parabenizá-lo. "O povo brasileiro se pronunciou. Continuaremos a trabalhar em conjunto para aprofundar os nossos laços, enfrentar os desafios globais e construir um mundo mais pacífico e próspero", celebrou Costa.
O presidente da França, Emmanuel Macron; o primeiro-ministro da Holanda, Rob Jetten; o premiê da Espanha, Pedro Sánchez; o primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz; e o primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, também enviaram mensagens de felicitação. "Perante os grandes desafios do nosso tempo, reforcemos a nossa parceria estratégica e demos vida à amizade entre os nossos dois países ao serviço de um mundo mais justo", disse Macron.
"O Brasil, a maior democracia da América Latina, escolheu. Parabenizo Lula, o vencedor das eleições. Estou ansioso para aprofundar conjuntamente a parceria estratégica entre Alemanha e Brasil", destacou Merz.
O presidente português António José Seguro igualmente saudou a reeleição em nota oficial: "O presidente António José Seguro expressa a vontade de continuar a colaborar com o seu homólogo brasileiro no aprofundamento do relacionamento entre Portugal e o Brasil, que não se esgota na vertente bilateral, mas se estende também ao domínio multilateral, nomeadamente na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e no quadro da cooperação entre os Estados ibero-americanos".
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Líderes de direita e de esquerda na América Latina também felicitaram Lula e elogiaram o processo democrático, com exceção do presidente da Argentina, Javier Milei. As primeiras felicitações públicas partiram de chefes de Estado e lideranças do México, Bolívia, Paraguai, além de países como Canadá, Índia, Austrália, Rússia, Japão, Coreia do Sul, China e África do Sul.
Até o momento, o presidente dos EUA, Donald Trump, não se manifestou publicamente sobre o resultado.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) oficializou a vitória de Lula quando 97% das urnas estavam apuradas. Naquele momento, o presidente reeleito registrava 51,74% dos votos válidos, contra 48,26% do candidato do PL.