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Com as informações de que o deputado federal Marcelo Aro (PP) caminha para ser mesmo o vice de Romeu Zema (Novo) na disputa pela reeleição ao Palácio Tiradentes, o clima entre os aliados de Alexandre Kalil (PSD) e no PT é de euforia. De acordo com fontes internas do partido, que falaram com a reportagem, Aro tem potencial de “fazer um estrago” na chapa de Zema.
O motivo seria o sentimento de desconfiança que Aro gera em parte dos políticos. O parlamentar tinha uma relação próxima com o deputado federal cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha.
A proximidade era tanta que, em 2015, já eleito deputado federal, mas antes de assumir o cargo em Brasília, o então vereador Marcelo Aro propôs, aprovou e entregou o título de cidadão honorário de Belo Horizonte a Cunha.
A inconfidência sobre a capacidade de Aro “fazer um estrago” na chapa de Zema também teria sido dita pelo deputado federal Virgílio Guimarães (PT), um dos mais antigos caciques petistas de Minas Gerais. O seu comentário incluía uma observação de que ao menos quatro partidos – algo próximo de 20 parlamentares e mais algumas dezenas de prefeitos – deverão engrossar as fileiras de Kalil se a hipótese realmente se confirmar.
Como as recentes pesquisas mostram a possibilidade de crescimento de Kalil em caso de sua plena identificação com o ex-presidente Lula, a posição política de Zema parece agora mais frágil do que quando começou o ano.
Mesmo com verbas prometidas em véspera de eleições e a articulação que vem sendo feita por Aro, de dentro da Cidade Administrativa, o parlamentar petista aposta que Zema pode não conseguir deter a debandada de aliados, como aconteceu nos anos 1990, com o então governador Eduardo Azeredo (PSDB), candidato à reeleição e bem avaliado nas pesquisas preliminares.
Alexandre Kalil, segundo os petistas, pode repetir a façanha de Itamar Franco. A estratégia agrada ao ex-prefeito, tanto é que ele se mantém quieto, assistindo da plateia, pois conhece bem Aro e seu “potencial” de destruir alianças em prol de seus interesses.
Articulação
Na última semana, O TEMPO mostrou que Marcelo Aro despacha da Cidade Administrativa, recebendo prefeitos e outros parlamentares. Nos encontros, Aro se apresenta como líder do governo Zema no Congresso e diz que está à disposição do governador para compor a chapa. Depois da apresentação, o “pré-candidato” a vice de Zema colhe as demandas dos prefeitos e diz que vai trabalhar por elas.
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A proximidade era tanta que, em 2015, já eleito deputado federal, mas antes de assumir o cargo em Brasília, o então vereador Marcelo Aro propôs, aprovou e entregou o título de cidadão honorário de Belo Horizonte a Cunha.
A inconfidência sobre a capacidade de Aro “fazer um estrago” na chapa de Zema também teria sido dita pelo deputado federal Virgílio Guimarães (PT), um dos mais antigos caciques petistas de Minas Gerais. O seu comentário incluía uma observação de que ao menos quatro partidos – algo próximo de 20 parlamentares e mais algumas dezenas de prefeitos – deverão engrossar as fileiras de Kalil se a hipótese realmente se confirmar.
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Alexandre Kalil, segundo os petistas, pode repetir a façanha de Itamar Franco. A estratégia agrada ao ex-prefeito, tanto é que ele se mantém quieto, assistindo da plateia, pois conhece bem Aro e seu “potencial” de destruir alianças em prol de seus interesses.
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Na última semana, O TEMPO mostrou que Marcelo Aro despacha da Cidade Administrativa, recebendo prefeitos e outros parlamentares. Nos encontros, Aro se apresenta como líder do governo Zema no Congresso e diz que está à disposição do governador para compor a chapa. Depois da apresentação, o “pré-candidato” a vice de Zema colhe as demandas dos prefeitos e diz que vai trabalhar por elas.