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string(3635) "Em entrevista publicada no jornal Valor Econômico, do Grupo Globo, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), promoveu um cavalo-de-pau nos elogios públicos que vinha trocando com o ex-presidente Lula (PT) e nas articulações políticas estaduais que pareciam caminhar para uma espécie de “pacto de não-agressão" entre os candidatos a governador do PDT, Rodrigo Neves, apoiado por Paes, e Marcelo Freixo (PSB), apoiado por Lula e pelo PT.
“O Lula não é um fator relevante para mim nesta eleição local aqui”, disse Paes, na entrevista, afirmando que o ex-presidente não é um cabo eleitoral determinante no Rio como é em estados do nordeste. “A posição tem sido: ‘Quero governo do Estado, Senado e Presidência da República e quem quiser vir que bata palma pra mim'. A postura do Lula, eu diria com certo salto alto no Rio de Janeiro, não é a de alguém que está buscando somar”, completou Paes. A entrevista do prefeito do Rio ao Valor Econômico será publicada na edição da segunda-feira, 7 de fevereiro.
Adversário de Rodrigo Neves, a quem Eduardo Paes apoiará junto com seu PSD e podendo indicar o advogado Felipe Santa Cruz, ex-presidente da OAB nacional a vice-governador ou ao Senado, o deputado Marcelo Freixo (PSB) também foi duramente criticado pelo prefeito carioca. “Freixo não tem qualquer experiência no Executivo. Como vai ajeitar a situação fiscal [do Estado] alguém que a vida inteira defendeu todo tipo de irresponsabilidade? Como vai atrair empresa alguém que a vida inteira disse que concessão e PPP é uma desgraça do capitalismo mundial? Como vai enfrentar o problema da violência alguém que defendeu a extinção da Polícia Militar?”, provoca o prefeito do Rio na entrevista.
Em entrevista ao programa Sua Excelência, O Fato, há uma semana (a íntegra pode ser assistida a partir de link no fim deste texto), o deputado do PSB admitiu as divergências políticas históricas com Eduardo Paes, mas adotou postura bem mais conciliatória. “Precisamos divergir na Democracia e estar juntos para derrotar o pior: Bolsonaro e o bolsonarismo”, disse Freixo.
O deputado André Ceciliano (PT), presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e que deve integrar a chapa de Freixo como candidato ao Senado (portanto, como adversário direto do PSD de Paes na campanha), foi tratado polidamente na entrevista que terá sua íntegra publicada na próxima segunda-feira.
Paes falou também ao jornal do Grupo Globo que convidou o candidato a presidente do PDT, Ciro Gomes, para fazer uma palestra a seus secretários municipais. “A aliança regional com o PDT, caso nós estejamos liberados [pelo comando nacional do PSD], me aproxima da candidatura de Ciro”, disse ele. Depois da palestra de Ciro Gomes ao seu secretariado, Paes almoça com o candidato do PDT a presidente, na Gávea Pequena, residência oficial do prefeito do Rio, onde terão uma conversa política.
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“O Lula não é um fator relevante para mim nesta eleição local aqui”, disse Paes, na entrevista, afirmando que o ex-presidente não é um cabo eleitoral determinante no Rio como é em estados do nordeste. “A posição tem sido: ‘Quero governo do Estado, Senado e Presidência da República e quem quiser vir que bata palma pra mim'. A postura do Lula, eu diria com certo salto alto no Rio de Janeiro, não é a de alguém que está buscando somar”, completou Paes. A entrevista do prefeito do Rio ao Valor Econômico será publicada na edição da segunda-feira, 7 de fevereiro.
Adversário de Rodrigo Neves, a quem Eduardo Paes apoiará junto com seu PSD e podendo indicar o advogado Felipe Santa Cruz, ex-presidente da OAB nacional a vice-governador ou ao Senado, o deputado Marcelo Freixo (PSB) também foi duramente criticado pelo prefeito carioca. “Freixo não tem qualquer experiência no Executivo. Como vai ajeitar a situação fiscal [do Estado] alguém que a vida inteira defendeu todo tipo de irresponsabilidade? Como vai atrair empresa alguém que a vida inteira disse que concessão e PPP é uma desgraça do capitalismo mundial? Como vai enfrentar o problema da violência alguém que defendeu a extinção da Polícia Militar?”, provoca o prefeito do Rio na entrevista.
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Paes falou também ao jornal do Grupo Globo que convidou o candidato a presidente do PDT, Ciro Gomes, para fazer uma palestra a seus secretários municipais. “A aliança regional com o PDT, caso nós estejamos liberados [pelo comando nacional do PSD], me aproxima da candidatura de Ciro”, disse ele. Depois da palestra de Ciro Gomes ao seu secretariado, Paes almoça com o candidato do PDT a presidente, na Gávea Pequena, residência oficial do prefeito do Rio, onde terão uma conversa política.