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A avaliação do tucano, que deixará o cargo em 31 de março, é de que é preciso iniciar de imediato o processo de desconstrução do petista, que reina soberano nas pesquisas e pode até ganhar no primeiro turno.
O rol de críticas é conhecido: recessão, mensalão, apoio a ditaduras de esquerda e a Lava Jato, citando sempre que as vitórias judiciais do ex-presidente foram por questões processuais, não de mérito.
Com relação a seu ex-padrinho Geraldo Alckmin, possível vice do petista, Doria será mais cuidadoso. Mas não deixará de acusá-lo de "endossar um corrupto" e dizer que não há como separar o velho Lula do atual.
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A avaliação do tucano, que deixará o cargo em 31 de março, é de que é preciso iniciar de imediato o processo de desconstrução do petista, que reina soberano nas pesquisas e pode até ganhar no primeiro turno.
O rol de críticas é conhecido: recessão, mensalão, apoio a ditaduras de esquerda e a Lava Jato, citando sempre que as vitórias judiciais do ex-presidente foram por questões processuais, não de mérito.
Com relação a seu ex-padrinho Geraldo Alckmin, possível vice do petista, Doria será mais cuidadoso. Mas não deixará de acusá-lo de "endossar um corrupto" e dizer que não há como separar o velho Lula do atual.