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A defesa do senador Flávio Bolsonaro recorreu, nesta segunda-feira (02), no Supremo Tribunal Federal (STF), da decisão que determinou a apreensão dos passaportes do congressista. A determinação partiu do ministro Alexandre de Moraes, que expediu mandado para que a Polícia Federal intimasse o parlamentar a entregar os documentos, além de notificá-lo que ele estava impedido de deixar o país.
No entanto, antes de cumprir a determinação, Flávio fugiu do país, por meio de um jato fretado. Ele deixou o Brasil na última terça-feira (27), pegou um voo na Argentina e seguiu para os Estados Unidos, onde chegou no dia seguinte. Flávio também está impedido de manter contato com o advogado Willer Tomaz, amigo pessoal dele.
As investigações da Polícia Federal apontam que o senador e o advogado se envolveram em um esquema de lavagem de dinheiro. De acordo com as diligências, a lavegem ocorria por meio de casas de apostas esportivas. Ambos os suspeitos negam envolvimento com práticas ilícitas. A investigação ainda está em andamento e neste momento não é preciso afirmar que de fato houve a prática criminosa.
No entanto, somente neste ano, o advogado movimentou R$ 1,3 bilhão em apostas on-line, especialmente no chamado Jogo do Tigrinho. Em 2025, foram R$ 5 bilhões, tornando-o maior apostador do país. Os advogados de Flávio pedem que o caso saia da relatoria do ministro Alexandre de Moraes e seja enviado ao gabinete do ministro André Mendonça.
O argumento é de que há outra investigação sendo conduzida por Mendonça, em relação às fraudes do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), que já apura suspeita de lavagem de dinheiro e organização criminosa em estrutura envolvendo Tomaz. Além disso, pedem que o ministro Alexandre seja declarado suspeito para julgar o caso.
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A defesa do senador Flávio Bolsonaro recorreu, nesta segunda-feira (02), no Supremo Tribunal Federal (STF), da decisão que determinou a apreensão dos passaportes do congressista. A determinação partiu do ministro Alexandre de Moraes, que expediu mandado para que a Polícia Federal intimasse o parlamentar a entregar os documentos, além de notificá-lo que ele estava impedido de deixar o país.
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