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A Comissão de Ética Pública da Presidência da República vai investigar a conduta do ministro das Comunicações, Juscelino Filho, que está envolto em várias polêmicas desde que chegou ao cargo. Entre elas, está o uso de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para ir a um leilão de cavalos de raça em São Paulo. A decisão foi tomada em reunião nesta terça-feira (28), em reunião do colegiado.
De acordo com o jornal "O Estado de S. Paulo", o grupo também determinou uma nova investigação a respeito do escândalo das joias recebidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e sua comitiva do regime da Arábia Saudita. Neste caso, funcionários públicos envolvidos no episódio serão alvo de apuração. São eles: o almirante Bento Albuquerque, ex-ministro de Minas e Energia, o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o Marcos André Soeiro, ex-assessor do ministro.
No caso de Juscelino Filho, o objetivo é apurar a denúncia feita pelo jornal de uso irregular do avião da FAB no dia 26 de janeiro. O ministro argumenta que participou de agendas oficiais. Contudo, seus compromissos duraram apenas duas horas e meia e, no dia seguinte, ele ficou livre para ir ao evento de cavalos. Ele recebeu diárias de viagem que, semanas depois, quando o caso foi revelado, devolveu aos cofres públicos.
Mais denúncias
Nesta quinta, o mesmo jornal apontou que Juscelino Filho empregou seu piloto de avião e o gerente de seu haras localizado no Maranhão como funcionários da Câmara. Os salários seriuam respectivamente, de R$ 10,2 mil e R$ 7,8 mil. Eles estavam no gabinete do então deputado e foram mantidos no cargo pelo suplente, Dr. Benjamim de Oliveira (União-MA). O parlamentar que assumiu quando Juscelino tornou-se ministro ainda nomeou Pedro Pereira Bringel Filho, tio do titular da vaga. Antes, quem ocupava o cargo era a advogada Mara Bringel, tia do ministro. Juscelino Filho afirma não ver irregularidades e diz que as nomeações seguiram as regras da Casa e que os contratados exercem a função com zelo, profissionalismo e regularidade.
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A Comissão de Ética Pública da Presidência da República vai investigar a conduta do ministro das Comunicações, Juscelino Filho, que está envolto em várias polêmicas desde que chegou ao cargo. Entre elas, está o uso de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para ir a um leilão de cavalos de raça em São Paulo. A decisão foi tomada em reunião nesta terça-feira (28), em reunião do colegiado.
De acordo com o jornal "O Estado de S. Paulo", o grupo também determinou uma nova investigação a respeito do escândalo das joias recebidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e sua comitiva do regime da Arábia Saudita. Neste caso, funcionários públicos envolvidos no episódio serão alvo de apuração. São eles: o almirante Bento Albuquerque, ex-ministro de Minas e Energia, o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o Marcos André Soeiro, ex-assessor do ministro.
No caso de Juscelino Filho, o objetivo é apurar a denúncia feita pelo jornal de uso irregular do avião da FAB no dia 26 de janeiro. O ministro argumenta que participou de agendas oficiais. Contudo, seus compromissos duraram apenas duas horas e meia e, no dia seguinte, ele ficou livre para ir ao evento de cavalos. Ele recebeu diárias de viagem que, semanas depois, quando o caso foi revelado, devolveu aos cofres públicos.
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Nesta quinta, o mesmo jornal apontou que Juscelino Filho empregou seu piloto de avião e o gerente de seu haras localizado no Maranhão como funcionários da Câmara. Os salários seriuam respectivamente, de R$ 10,2 mil e R$ 7,8 mil. Eles estavam no gabinete do então deputado e foram mantidos no cargo pelo suplente, Dr. Benjamim de Oliveira (União-MA). O parlamentar que assumiu quando Juscelino tornou-se ministro ainda nomeou Pedro Pereira Bringel Filho, tio do titular da vaga. Antes, quem ocupava o cargo era a advogada Mara Bringel, tia do ministro. Juscelino Filho afirma não ver irregularidades e diz que as nomeações seguiram as regras da Casa e que os contratados exercem a função com zelo, profissionalismo e regularidade.