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Números publicados pelo site Metrópoles em junho de 2021 mostraram que 89% dos pedidos de reparação a perseguidos políticos foram negados, algo alinhado com o posicionamento de Jair Bolsonaro sobre a Ditadura Militar (1964-85), período defendido várias vezes por ele.
A defesa de Dilma protocolou o pedido de indenização em 2002, afirmando que ela teve sua contagem de tempo necessária para a aposentadoria prejudicada por sua prisão em 1970. A prisão impediu Dilma de retomar o curso de Economia na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
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