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Nesse contexto, o PSD passou a tratar o governador como plano A para a disputa ao Senado no Rio Grande do Sul, sem que haja, por enquanto, um nome alternativo na mesa. A avaliação de aliados é que essa seria a melhor opção eleitoral para Leite.
Dentro do Palácio Piratini, porém, cresce a avaliação de que Leite pode optar por não disputar nenhuma eleição em 2026 e permanecer no cargo até o fim do mandato. Nesse caminho, ele evitaria misturar nova saída do Executivo com riscos eleitorais depois da experiência de 2022, No cargo, ele usaria o restante do governo para impulsionar a candidatura do vice, Gabriel Souza (MDB), à sucessão estadual.
A decisão, no entanto, envolve múltiplas variáveis: o espaço do PSD na chapa estadual, a estratégia do MDB, o desenho da eleição ao Senado e o próprio cálculo pessoal do governador. Embora bem posicionado nas pesquisas, aliados reconhecem que Leite faz contas cautelosas e que, hoje, o cenário mais realista é de espera.
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Dentro do Palácio Piratini, porém, cresce a avaliação de que Leite pode optar por não disputar nenhuma eleição em 2026 e permanecer no cargo até o fim do mandato. Nesse caminho, ele evitaria misturar nova saída do Executivo com riscos eleitorais depois da experiência de 2022, No cargo, ele usaria o restante do governo para impulsionar a candidatura do vice, Gabriel Souza (MDB), à sucessão estadual.
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