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Como vice, irá concorrer o parceiro Luís Eduardo Falcão (Republicanos), ex-presidente da Associação Mineira dos Municípios (AMM) e ex-prefeito de Patos de Minas. Falcão deixou os dois cargos no início do ano, exatamente para entrar na disputa novamente. E no vai e vem entre se candidatar ou não, Cleitinho não abriu mão de ter o ex-prefeito ao lado dele.
A chapa do senador mineiro terá o apoio do Podemos e fará parte da coligação intitulada "Minas é do Povo". Nas propostas do Plano de Governo registrado no TSE, o senador nascido em Divinópolis afirma que Minas Gerais "precisa de um governo que tenha uma prioridade: as pessoas". E repete o que tem dito publicamente em coletivas e nas redes sociais: "o governo existe para servir às pessoas".
Entre os eixos considerados estratégicos, cita, por exemplo, que Minas precisa de um agro forte para crescer e destaca a busca pela garantia do funcionamento pleno dos hospitais regionais. Entre eles, o de Divinópolis, no Centro-Oeste do estado.
Demora na decisão de Cleitinho
O registro oficial ocorre após meses de indefinição. Cleitinho aparece, até então, como líder das pesquisas de intenção de voto para o governo de Minas. Porém, tem ainda mais quatro anos de mandato no Senado e não precisaria entrar na disputa eleitoral novamente, caso quisesse se manter no Legislativo por mais um tempo.
Depois da demora na decisão, veio o impasse com o partido Republicanos, que não queria mais o senador para essa tentativa de se eleger governador de Minas. Cleitinho alegou que na reta final da decisão pessoal, o anúncio havia sido adiado pela morte do irmão caçula, Matheus, que não resistiu a um tratamento de leucemia e morreu.
No dia que tornou público o desejo de estar com o nome nas urnas, o senador pediu desculpas ao presidente da legenda, deputado federal Marcos Pereira. "Se essa questão minha (a morte recente do irmão caçula), que é pessoal, incomodou o partido, eu peço desculpa. Inclusive, no domingo, eu mandei uma carta para o presidente, dizendo para ele o motivo porque eu não fui. Ele me respondeu: está certo, Cleitinho. Qual partido, seja de esquerda ou de direita, vai querer perder um candidato como eu, que está liderando pesquisa com 40% de intenção", afirmou, na ocasião.
Debate da Band
Neste domingo (16/8), primeiro dia oficial da campanha eleitoral, há uma grande expectativa de que os candidatos possam estar frente a frente no primeiro debate para o governo, em 2026, que será realizado pela Band. Cleitinho, que não tem concedido entrevistas nos últimos meses, afirmou que irá ao debate na noite de domingo. Também estão previstas as participações de Alexandre Kalil (PDT), Flávio Roscoe (PL), Gabriel Azevedo (MDB) e Mateus Simões (PSD). Patrus Ananias (PT) não irá.
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Demora na decisão de Cleitinho
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