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O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) pressionou senadores a votar a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que determina o fim da escala 6x1, com uma sacola com 1kg de carne no plenário do Senado.
O texto, que é apoiado pelo governo Lula (PT), foi aprovado em segundo turno na Câmara dos Deputados, na noite dessa quarta-feira (27/5), com 461 votos a favor e 19 contra. Agora no Senado, a PEC precisa de 49 votos, o que corresponde a dois terços da Casa, para ser aprovada.
Durante sessão deliberativa ainda na quarta-feira, o senador citou a quantidade de benefícios recebidos por parlamentares para criticar aumento de impostos. “Para acabar com algum benefício do povo, a gente tem que acabar com nosso benefício primeiro. A gente tem plano de saúde vitalício, carro oficial, gasolina. O povo não tem. Eu vou sempre lutar pelo povo.”
O senador também citou o benefício que têm de trabalhar em home office, “enquanto o trabalhador CLT está trabalhando em 6x1 e pagando imposto para manter essa Casa”.
Na sequência, o senador pegou uma sacola com carne, que estava guardada atrás da tribuna. “Isso aqui é 1kg de carne, e não é picanha não. Sabe quanto que deu? Deu R$ 70. Hoje em dia o que o trabalhador recebe (por dia trabalhado): R$ 55. Nem 1kg de carne ele compra”, argumentou.
Cleitinho disse que o trabalhador que trabalha "nessa maldita escala 6x1" perdeu poder de compra, tem custo de vida alto e ainda "tem que trabalhar igual um condenado”.
O republicano ainda criticou as tensões que decorrem das discussões sobre o fim da escala e defendeu que não se trata de uma pauta esquerdista. “Não consigo entender o que é que passa na cabeça do político. Pode ser de esquerda ou de direita. Essa pauta da questão da escala não é uma questão ideológica, gente. Vai lá na rua, vai lá no shopping, vai no supermercado e pergunta pro trabalhador se ele é esquerda ou de direita. Ele está se lixando pra isso, ele quer ter um pouco de dignidade”, declarou.
Já nesta quinta-feira (28/5), o pré-candidato ao governo de Minas Gerais divulgou vídeo pedindo pela mobilização popular para pressionar senadores e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para manifestarem apoio à PEC. “Já tem gente jogando contra. Agora depende do Senado”, disse na gravação.
O senador já recebeu críticas por ser a favor do fim da escala, sendo acusado de ser esquerdista e ir contra os ideais liberais ligados à direita. Como resposta às críticas, Cleitinho afirmou que é “humanista, acima de esquerda x direita”. Ele ainda disse que “seu partido é o povo brasileiro” e que “acima de partidos políticos, que quero literalmente que todos se explodam”.
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O texto, que é apoiado pelo governo Lula (PT), foi aprovado em segundo turno na Câmara dos Deputados, na noite dessa quarta-feira (27/5), com 461 votos a favor e 19 contra. Agora no Senado, a PEC precisa de 49 votos, o que corresponde a dois terços da Casa, para ser aprovada.
Durante sessão deliberativa ainda na quarta-feira, o senador citou a quantidade de benefícios recebidos por parlamentares para criticar aumento de impostos. “Para acabar com algum benefício do povo, a gente tem que acabar com nosso benefício primeiro. A gente tem plano de saúde vitalício, carro oficial, gasolina. O povo não tem. Eu vou sempre lutar pelo povo.”
O senador também citou o benefício que têm de trabalhar em home office, “enquanto o trabalhador CLT está trabalhando em 6x1 e pagando imposto para manter essa Casa”.
Na sequência, o senador pegou uma sacola com carne, que estava guardada atrás da tribuna. “Isso aqui é 1kg de carne, e não é picanha não. Sabe quanto que deu? Deu R$ 70. Hoje em dia o que o trabalhador recebe (por dia trabalhado): R$ 55. Nem 1kg de carne ele compra”, argumentou.
Cleitinho disse que o trabalhador que trabalha "nessa maldita escala 6x1" perdeu poder de compra, tem custo de vida alto e ainda "tem que trabalhar igual um condenado”.
O republicano ainda criticou as tensões que decorrem das discussões sobre o fim da escala e defendeu que não se trata de uma pauta esquerdista. “Não consigo entender o que é que passa na cabeça do político. Pode ser de esquerda ou de direita. Essa pauta da questão da escala não é uma questão ideológica, gente. Vai lá na rua, vai lá no shopping, vai no supermercado e pergunta pro trabalhador se ele é esquerda ou de direita. Ele está se lixando pra isso, ele quer ter um pouco de dignidade”, declarou.
Já nesta quinta-feira (28/5), o pré-candidato ao governo de Minas Gerais divulgou vídeo pedindo pela mobilização popular para pressionar senadores e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para manifestarem apoio à PEC. “Já tem gente jogando contra. Agora depende do Senado”, disse na gravação.
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