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Na sequência da conversa, Bannon afirma ter proximidade com o núcleo político de Bolsonaro e relata que foi convidado para atuar como conselheiro. "Eles querem-me como conselheiro. Devo fazê-lo?", questiona. Epstein responde com a frase: "É o argumento 'reino no inferno' outra vez". No mesmo período, Bannon declarou apoio público a Bolsonaro, e os dois também discutiram a possibilidade de viajar ao Brasil para reforçar o apoio à candidatura. "Se estás confiante na vitória de Bolsonaro, pode ser bom a tua marca se fosses visto lá", escreveu Epstein.
Em outro trecho, Epstein demonstrou incômodo com o fato de Bolsonaro ter classificado como "fake news" uma suposta associação com Bannon. À época, Eduardo Bolsonaro afirmou à imprensa que Bannon estaria disponível para auxiliar a família, declaração posteriormente rechaçada por Jair Bolsonaro. Sobre isso, Bannon comentou: "Tenho de manter esta coisa do Jair nos bastidores". E acrescentou: "O meu poder vem do facto de não ter ninguém para me defender".
Lula também aparece citado nos e-mails. Epstein orientou Bannon a evitar comentários sobre Bolsonaro em um encontro com Noam Chomsky no Arizona, mencionando a proximidade de Chomsky com Lula. "A mulher dele é brasileira, por isso vai com calma ao falar de Bolsonaro. Eles são amigos do Lula. Mas ele é uma figura icónica e não se deve perder a oportunidade de conversar sobre história e política. Vou colocar-vos em contacto por e-mail para que possam coordenar diretamente".
A relação entre Chomsky e Epstein já havia sido mencionada em outros documentos divulgados anteriormente, assim como referências a Lula. Em um e-mail de dezembro de 2018, Chomsky descreveu Lula a Epstein como "o prisioneiro político mais importante do Mundo" e relatou uma visita feita ao ex-presidente durante o período em que esteve preso.
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