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string(92) "Aro deixa o governo mirando o Senado em meio a mal-estar com Simões por ida de Viana ao PSD"
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string(3687) "O governador Mateus Simões (PSD) oficializou, nesta quinta-feira (2/4), a mudança na Secretaria de Estado de Governo. Pré-candidato ao Senado, Marcelo Aro (PP) deixou a pasta, e Castellar Neto (PP) foi nomeado para comandar a articulação política do Palácio Tiradentes. A mudança havia sido antecipada por O TEMPO anteriormente.
Marcelo Aro deixa a secretaria na véspera do prazo previsto pela Justiça Eleitoral para a desincompatibilização de cargos públicos para quem for concorrer a algum cargo nas eleições de outubro. A saída também se dá em momento de baixa na relação com Mateus Simões, após o governador articular a filiação do senador Carlos Viana, desafeto de Aro, ao PSD.
Viana concorrerá à reeleição ao Senado e, mantida a configuração atual, terá de dividir chapa com Marcelo Aro, que tentará se eleger à Casa Alta do Congresso pela primeira vez. Em entrevista ao Café com Política no início da semana, o agora ex-secretário de Governo não escondeu o descontentamento com a possibilidade de formar chapa com Carlos Viana. Antes da movimentação no PSD, Aro trabalhava com a possibilidade de dividir chapa com o deputado federal e presidente do PL, Domingos Sávio, que também mira o Senado.
A aliança dos pessedistas com o PL, inclusive, entrou em rota de colisão. "Eu falo com tranquilidade com vocês. Não concordo com essa mexida, com esse movimento. Não fui consultado sobre isso e acho que nos coloca numa posição de desconforto, porque só tem duas vagas para o Senado, e agora nós temos três candidaturas. A minha candidatura, a candidatura do Domingos Sávio, que deve ser o indicado do PL, e, agora, a candidatura do Carlos Viana", declarou.
O secretário de governo justificou a resistência a Viana afirmando que o senador não é um político que atua em grupo, e que teria tido passagem inexpressiva pelo Congresso Nacional. "Viana passou oito anos no Senado Federal e muito pouco produziu. A CPI (do INSS), que foi agora o grande momento dele, que teve visibilidade nacional, terminou em pizza, deu em nada", afirmou Aro.
Nesta quarta, durante filiação de Viana ao PSD, Simões respondeu ao secretário e disse que o ex-governador Romeu Zema (Novo), quem será o responsável por montar a chapa. “. “Eu imagino que o Marcelo esteja um pouco estressado com o momento, mas isso é próprio da política, ele nunca deixará de ter o meu apoio, continuará sendo meu pré-candidato pela federação União-PP, importantíssima no nosso conjunto hoje”, afirmou o governador.
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Marcelo Aro deixa a secretaria na véspera do prazo previsto pela Justiça Eleitoral para a desincompatibilização de cargos públicos para quem for concorrer a algum cargo nas eleições de outubro. A saída também se dá em momento de baixa na relação com Mateus Simões, após o governador articular a filiação do senador Carlos Viana, desafeto de Aro, ao PSD.
Viana concorrerá à reeleição ao Senado e, mantida a configuração atual, terá de dividir chapa com Marcelo Aro, que tentará se eleger à Casa Alta do Congresso pela primeira vez. Em entrevista ao Café com Política no início da semana, o agora ex-secretário de Governo não escondeu o descontentamento com a possibilidade de formar chapa com Carlos Viana. Antes da movimentação no PSD, Aro trabalhava com a possibilidade de dividir chapa com o deputado federal e presidente do PL, Domingos Sávio, que também mira o Senado.
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O secretário de governo justificou a resistência a Viana afirmando que o senador não é um político que atua em grupo, e que teria tido passagem inexpressiva pelo Congresso Nacional. "Viana passou oito anos no Senado Federal e muito pouco produziu. A CPI (do INSS), que foi agora o grande momento dele, que teve visibilidade nacional, terminou em pizza, deu em nada", afirmou Aro.
Nesta quarta, durante filiação de Viana ao PSD, Simões respondeu ao secretário e disse que o ex-governador Romeu Zema (Novo), quem será o responsável por montar a chapa. “. “Eu imagino que o Marcelo esteja um pouco estressado com o momento, mas isso é próprio da política, ele nunca deixará de ter o meu apoio, continuará sendo meu pré-candidato pela federação União-PP, importantíssima no nosso conjunto hoje”, afirmou o governador.