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string(113) "Após entrevista de Zema, Amoêdo diz que Novo 'ficou tão ruim que hoje não aparecer é a melhor coisa'"
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string(3840) "BRASÍLIA - O empresário João Amoêdo, um dos fundadores do Novo e candidato à Presidência da República pelo partido nas eleições de 2018, criticou os rumos da sigla em postagem na rede social X. A avaliação negativa, publicada na noite de segunda-feira (24/8), foi feita logo após a entrevista do candidato Romeu Zema (Novo) ao Jornal Nacional, da "TV Globo".
“No início do partido Novo, nosso maior desafio era ter espaço na mídia para divulgarmos nossas ideias”, disse Amoêdo. Sem citar Zema diretamente, o empresário escreveu que “o Novo, entretanto, mudou tanto e ficou tão ruim que hoje não aparecer é a melhor coisa que pode acontecer ao partido”.
Ao jornal “O Globo”, Zema rebateu a suposta indireta e alegou que Amoêdo tentou “se apropriar do partido para fins pessoais”. “Acho que o que ele fala para o partido hoje representa muito pouco. Ele, apesar de ter tido o mérito de construir o partido lá atrás, acabou tendo um demérito de tentar se apropriar do partido para finalidades pessoais, e boa parte do partido acordou para isso”, disse.
Amoêdo tem feito críticas ao ex-partido e à direita desde pelo menos 2020. Em novembro de 2022, anunciou a sua desfiliação da sigla. Em maio deste ano, chegou a dizer que Zema é "apenas figurativo" na corrida presidencial e o ex-governador de Minas Gerais deveria desistir da disputa se fosse "pessoa séria".
Entrevista ao JN
O candidato à Presidência pelo Partido Novo, Romeu Zema, entre outros assuntos, respondeu sobre o aumento do próprio salário e a corrupção identificada pela Polícia Federal (PF) na operação Rejeito, em entrevista à "TV Globo" na noite de segunda-feira.
Contestado sobre a trajetória crescente da dívida do Estado e as propostas que apresenta para saúde, educação e segurança pública, ele repetiu declarações antigas e rebateu dados apresentados, como o aumento de feminicídios durante a gestão dele em Minas Gerais.
A série de questões começou com contestações sobre a dívida do Estado. O candidato culpou governos anteriores e reafirmou que a União é responsável pela trajetória crescente do débito por cobrar "juros de agiota". "Quando eu assumi, a dívida representava 192% da receita corrente líquida. Quando eu saí, era cerca de 160%. Ela está em trajetória de queda, diferente da dívida de Brasília, que está em alta", declarou quando perguntado sobre o porquê de ter pago menos de 10% da dívida de Minas Gerais.
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