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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai dar início ao cronograma de viagens pelo país assim que lançar a chapa à corrida eleitoral, no próximo dia 7. As primeiras viagens serão por Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
O ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), que será vice na chapa, estará ao lado de Lula em todas as viagens a partir de agora. Ele não participará, porém, do ato marcado pelas centrais sindicais para o 1º de Maio. Segundo a assessoria do ex-tucano, a ausência ocorrerá por questões de agenda.
Ontem, no congresso do PSB em Brasília, Alckmin enalteceu o petista. "No período de Lula tinha inflação, mas o crescimento do real acontecia, isso era percebido na valorização do salário mínimo. Em 2010, a economia cresceu 7,5%", destacou.
Ele também criticou o presidente Jair Bolsonaro (PL) por defender o armamento da população. "Essa proliferação de armas, veja o resultado de como aumentou o feminicídio", criticou.
A aliança do PT com o partido de Alckmin se intensifica, também, nos estados. Lula declarou, ontem, apoio ao candidato do PSB ao governo de Pernambuco, o deputado federal Danilo Cabral. "Eu vou trabalhar para que o Danilo seja eleito no estado de Pernambuco, é esse meu compromisso com o PSB, e o compromisso do PSB é me ajudar a me eleger presidente da República", disse o ex-presidente.
A participação de Alckmin na chapa deve ter um impacto importante com a intensificação das campanhas, avalia a professora de ciência política da Universidade Federal de Alagoas Luciana Santana.
"Se (Lula) tem hoje dificuldade de voltar a sentar à mesa com determinados perfis da população, provavelmente o PT vai ter como ponte o Alckmin", afirmou. Na avaliação dela, o ex-governador traz um potencial grande de articulação com empresários e com a elite política e econômica, principalmente em São Paulo.
O advogado e cientista político Nauê Bernardo destacou que Alckmin pode ter um outro papel em um eventual governo. "Caso os dois vençam a eleição, Lula deve gastar bastante tempo tentando reabrir portas para o Brasil no mundo, e Alckmin cuidará das coisas aqui. O ex-presidente já andou tecendo declarações nesse sentido", afirmou.
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O ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), que será vice na chapa, estará ao lado de Lula em todas as viagens a partir de agora. Ele não participará, porém, do ato marcado pelas centrais sindicais para o 1º de Maio. Segundo a assessoria do ex-tucano, a ausência ocorrerá por questões de agenda.
Ontem, no congresso do PSB em Brasília, Alckmin enalteceu o petista. "No período de Lula tinha inflação, mas o crescimento do real acontecia, isso era percebido na valorização do salário mínimo. Em 2010, a economia cresceu 7,5%", destacou.
Ele também criticou o presidente Jair Bolsonaro (PL) por defender o armamento da população. "Essa proliferação de armas, veja o resultado de como aumentou o feminicídio", criticou.
A aliança do PT com o partido de Alckmin se intensifica, também, nos estados. Lula declarou, ontem, apoio ao candidato do PSB ao governo de Pernambuco, o deputado federal Danilo Cabral. "Eu vou trabalhar para que o Danilo seja eleito no estado de Pernambuco, é esse meu compromisso com o PSB, e o compromisso do PSB é me ajudar a me eleger presidente da República", disse o ex-presidente.
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