LEGISLATIVO DE MINAS GERAIS

O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Agostinho Patrus (PV), anunciou nesta sexta-feira (10) que irá se candidatar a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG). O salário de conselheiro é o mesmo do que o de um desembargador, que atualmente recebe R$ 35.462,22.

“Colocarei meu nome para apreciação dos deputados para a vaga de Conselheiro do TCE-MG. Teremos um importante processo de votação e o meu propósito é continuar contribuindo para a construção de um Estado mais justo e igualitário”, escreveu.

Colocarei meu nome para apreciação dos deputados para a vaga de Conselheiro do TCE-MG. Teremos um importante processo de votação e o meu propósito é continuar contribuindo para a construção de um Estado mais justo e igualitário.


— Agostinho Patrus (@agostinhopatrus) June 10, 2022


A vaga para conselheiro está aberta desde o final do ano passado. Os deputados Sávio Souza Cruz (MDB), Alencar da Silveira Jr. (PDT), Duarte Bechir e Celise Laviola (Cidadania) também são candidatos ao posto.


Como presidente, cabe a Agostinho iniciar o processo de escolha do novo conselheiro. A demora para que isso ocorresse gerou especulações na ALMG que ele pretendia ser o indicado para o posto, como mostrou O TEMPO em abril.

Logo depois, Agostinho negou em entrevista a O TEMPO que pretendia ser candidato e disse que a informação era mentira contada pelo governo Zema e aliados. “Nós conhecemos as inverdades e as mentiras ditas pelo governo do Estado e por seus seguidores”, disse ele no dia 19 de abril.

Agostinho era o nome mais cotado para ser o vice na chapa de Alexandre Kalil ao governo de Minas. Porém, ele abriu mão do posto para que o PT indicasse o vice, o que possibilitou a confirmação de uma aliança entre Lula (PT) e Kalil. 


Depois desse episódio, a última manifestação pública de Agostinho foi em uma reunião com a bancada do PV. Na ocasião, ele disse que seria candidato à reeleição para deputado estadual.