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No repertório, misturam-se referências diversas, de Marku Ribas a Milton Nascimento, de Jards Macalé a Chico Buarque, de Caetano Veloso a Bertold Brecht. Há, ainda, um single inédito de Veronez: “Hora de Partir”, composição da mineira Milena Torres, grande parceira do artista.
O show, que integra o projeto “Encontros Musicais”, com curadoria de Kiko Klaus, acontece no dia 5 de maio, quinta-feira, às 21h, no Teatro Sesiminas. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) e podem ser comprados online, pela Sympla.
“Como Se Não Tivesse Acontecido Nada” é um “show-discurso”, cheio de referências ao rock, à canção popular debochada, de luta e de exílio e à música de cabaré.
O nome é inspirado na música homônima presente no disco da diva Maria Alcina lançado em 1973, e pensa principalmente em traçar reflexões sobre a sensação de continuidade da “vida normal” apesar dos absurdos diários e cotidianos, sobre as repetições de discursos através do tempo e, também, sobre trazer ideias que apontam para algo luminoso dentro desse contexto contemporâneo de falências das utopias e esperanças.
“Acho que é meu show mais cênico, no sentido da dramaturgia, da tentativa de costurar uma história a partir de um repertório, de não ter muita pausa ou espaço entre as músicas, para que a letra possa ser trabalhada como texto”, explica Marcelo Veronez, que também é ator.
O espetáculo foi repaginado e ganhou novas músicas no repertório, que também passa por nomes como Milton Nascimento, Gilberto Gil, João Bosco e Aldir Blanc, e pelas cantoras atrizes, como Zezé Motta, Cida Moreira, Maria Alice Vergueiro e a própria Maria Alcina. “Acho sinceramente que as pessoas vão se surpreender com esse novo trabalho. É muito reflexivo, divertido e instigante, na forma e no conteúdo”, sublinha Veronez, revelando que o show deve ganhar registro em disco futuramente.
No palco, o artista estará acompanhado por Pedro Fonseca (baixo) e Yuri Vellasco (bateria), dupla que também assina a direção musical, e contará com as participações de Davi Fonseca (piano), Letícia Leal (viola caipira), Sarah Assis (acordeom) e Carô Rennó (voz). O figurino é de Clarice Rena, a luz de Marina Arthuzzi e Akner Gustavson, e a direção de cena de Rafael Bacelar.
Single inédito
Uma das novidades da apresentação é o single inédito “Hora de Partir”, lançado em primeira mão na Rádio Inconfidência, no dia 28 de abril. “Essa música é a única inédita do show e foi feita pela minha parceira Milena Torres. Trabalhamos juntos há anos, gravei três músicas delas no meu primeiro disco, já dividimos o palco inúmeras vezes. ’Hora de Partir’ é uma balada um tanto debochada, com a dose certa de romantismo e safadeza que a gente gosta. A música ficará rodando exclusivamente na Inconfidência até dia 3 de maio, quando subiremos um vídeo dela no YouTube”, diz Veronez.
O artista conta, ainda, que não lançará a canção nas plataformas de streaming, indo na contramão do controverso ditame atual do mercado musical. “Não me interessa mais trabalhar com essas ferramentas, acredito que prometem muito e entregam pouco. Me interessa o artesanal, o orgânico, o contato real com as pessoas, é nisso que quero investir como um artista de teatro dentro da música”, finaliza.
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No repertório, misturam-se referências diversas, de Marku Ribas a Milton Nascimento, de Jards Macalé a Chico Buarque, de Caetano Veloso a Bertold Brecht. Há, ainda, um single inédito de Veronez: “Hora de Partir”, composição da mineira Milena Torres, grande parceira do artista.
O show, que integra o projeto “Encontros Musicais”, com curadoria de Kiko Klaus, acontece no dia 5 de maio, quinta-feira, às 21h, no Teatro Sesiminas. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) e podem ser comprados online, pela Sympla.
“Como Se Não Tivesse Acontecido Nada” é um “show-discurso”, cheio de referências ao rock, à canção popular debochada, de luta e de exílio e à música de cabaré.
O nome é inspirado na música homônima presente no disco da diva Maria Alcina lançado em 1973, e pensa principalmente em traçar reflexões sobre a sensação de continuidade da “vida normal” apesar dos absurdos diários e cotidianos, sobre as repetições de discursos através do tempo e, também, sobre trazer ideias que apontam para algo luminoso dentro desse contexto contemporâneo de falências das utopias e esperanças.
“Acho que é meu show mais cênico, no sentido da dramaturgia, da tentativa de costurar uma história a partir de um repertório, de não ter muita pausa ou espaço entre as músicas, para que a letra possa ser trabalhada como texto”, explica Marcelo Veronez, que também é ator.
O espetáculo foi repaginado e ganhou novas músicas no repertório, que também passa por nomes como Milton Nascimento, Gilberto Gil, João Bosco e Aldir Blanc, e pelas cantoras atrizes, como Zezé Motta, Cida Moreira, Maria Alice Vergueiro e a própria Maria Alcina. “Acho sinceramente que as pessoas vão se surpreender com esse novo trabalho. É muito reflexivo, divertido e instigante, na forma e no conteúdo”, sublinha Veronez, revelando que o show deve ganhar registro em disco futuramente.
No palco, o artista estará acompanhado por Pedro Fonseca (baixo) e Yuri Vellasco (bateria), dupla que também assina a direção musical, e contará com as participações de Davi Fonseca (piano), Letícia Leal (viola caipira), Sarah Assis (acordeom) e Carô Rennó (voz). O figurino é de Clarice Rena, a luz de Marina Arthuzzi e Akner Gustavson, e a direção de cena de Rafael Bacelar.
Single inédito
Uma das novidades da apresentação é o single inédito “Hora de Partir”, lançado em primeira mão na Rádio Inconfidência, no dia 28 de abril. “Essa música é a única inédita do show e foi feita pela minha parceira Milena Torres. Trabalhamos juntos há anos, gravei três músicas delas no meu primeiro disco, já dividimos o palco inúmeras vezes. ’Hora de Partir’ é uma balada um tanto debochada, com a dose certa de romantismo e safadeza que a gente gosta. A música ficará rodando exclusivamente na Inconfidência até dia 3 de maio, quando subiremos um vídeo dela no YouTube”, diz Veronez.
O artista conta, ainda, que não lançará a canção nas plataformas de streaming, indo na contramão do controverso ditame atual do mercado musical. “Não me interessa mais trabalhar com essas ferramentas, acredito que prometem muito e entregam pouco. Me interessa o artesanal, o orgânico, o contato real com as pessoas, é nisso que quero investir como um artista de teatro dentro da música”, finaliza.