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Um em cada quatro pessoas vive em áreas de risco em Juiz de Fora, conforme informou a prefeita Margarida Salomão (PT) nesta sexta-feira (27). O dado alarmante surge no momento em que a Zona da Mata mineira enfrenta as consequências de temporais que, desde segunda-feira (23), já deixaram 68 mortos — sendo 62 em Juiz de Fora e seis em Ubá.
De acordo com a prefeita, a configuração geográfica da cidade, construída em região de serra, contribui para a ocupação perigosa de encostas por diversas camadas sociais. “Essa triste tragédia é, de certo modo, um chamado da natureza para que todos nós prestemos atenção. As pessoas vão ocupando as encostas e não são só as pessoas pobres, mesmo a população mais afortunada, classe média alta, vive em lugares que são de risco”, afirmou em entrevista à Rádio Nacional.
A dificuldade em remover famílias dessas localidades é um dos principais desafios enfrentados pela administração municipal. Margarida Salomão destacou o forte vínculo emocional dos moradores com suas residências: “Convencer as pessoas a largarem as suas casas é quase que pedir a elas que se arranquem dos seus próprios corpos. Muitas vezes, essa casa é conquista de uma vida inteira”. Atualmente, mais de 500 pessoas ocupam abrigos públicos e cerca de 5 mil estão desalojadas na cidade.
Para este sábado (28), está prevista a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que sobrevoará as áreas atingidas e se reunirá com lideranças locais. O governo federal já liberou R$ 3 milhões para reconstrução e autorizou o saque do FGTS por calamidade, limitado a R$ 6.220, para os moradores afetados. Enquanto isso, o Inmet mantém o alerta de perigo para chuvas intensas de até 100 mm/dia na região até o final desta sexta-feira.
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De acordo com a prefeita, a configuração geográfica da cidade, construída em região de serra, contribui para a ocupação perigosa de encostas por diversas camadas sociais. “Essa triste tragédia é, de certo modo, um chamado da natureza para que todos nós prestemos atenção. As pessoas vão ocupando as encostas e não são só as pessoas pobres, mesmo a população mais afortunada, classe média alta, vive em lugares que são de risco”, afirmou em entrevista à Rádio Nacional.
A dificuldade em remover famílias dessas localidades é um dos principais desafios enfrentados pela administração municipal. Margarida Salomão destacou o forte vínculo emocional dos moradores com suas residências: “Convencer as pessoas a largarem as suas casas é quase que pedir a elas que se arranquem dos seus próprios corpos. Muitas vezes, essa casa é conquista de uma vida inteira”. Atualmente, mais de 500 pessoas ocupam abrigos públicos e cerca de 5 mil estão desalojadas na cidade.
Para este sábado (28), está prevista a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que sobrevoará as áreas atingidas e se reunirá com lideranças locais. O governo federal já liberou R$ 3 milhões para reconstrução e autorizou o saque do FGTS por calamidade, limitado a R$ 6.220, para os moradores afetados. Enquanto isso, o Inmet mantém o alerta de perigo para chuvas intensas de até 100 mm/dia na região até o final desta sexta-feira.