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O marco se deve à competitividade nos fretes para todo o setor num raio entre 400 e 500 quilômetros que a unidade promete. Bandeira branca, o novo terminal poderá atender, além do volume da Usina Coruripe, outras empresas interessadas na logística ferroviária.
“Dizem que atrás da ferrovia vem o progresso. E, depois de décadas de espera, a chegada da Rumo trouxe também a ferrovia para o Centro-Oeste, uma das regiões mais pujantes do Brasil em termos de desenvolvimento econômico e social. Nosso setor é um grande exportador e, estando a quase 800 quilômetros do porto, sempre trouxe custos significativos para as empresas na região do Triângulo Mineiro, Sul de Goiás e Sudeste de Mato Grosso do Sul. A conclusão da ferrovia Malha Central, ligando o Centro-Oeste ao Sul, oferecerá uma alternativa de transporte mais eficiente, econômica e ambientalmente melhor, tornando-se uma alavanca de crescimento do setor sucroenergético nessas regiões”, disse o presidente da Usina Coruripe, Mario Lorencatto, em seu discurso.
Ainda conforme Lorencatto, o empreendimento representa uma nova era tanto para a companhia quanto para toda a região, em função da importante contribuição para a logística ferroviária brasileira. Segundo ele, a unidade tem potencial para atender empresas da região no escoamento da produção com competitividade, segurança, grandes volumes e constância a partir do modal ferroviário.
O executivo destaca ainda as melhores práticas de segurança e sustentabilidade do empreendimento, que já nasce alinhado aos pilares de ESG da companhia. “Esperamos contribuir com o desenvolvimento da produção regional de açúcar e trazer mais facilidades a clientes e consumidores, além de gerar novos postos de trabalho. Esse investimento, apoiado pela Funchal e BTG Agro Logística, demonstra o compromisso socioeconômico da nossa empresa com a região”, ressalta o presidente da Coruripe.
O vice-presidente comercial da Rumo, Pedro Palma, considera que a unidade em Iturama tem localização estratégica, levando-se em conta a grande produção de açúcar na região. Com o novo terminal, o fluxo de operação será otimizado, uma vez que até agora tinha logística pouco favorável e dependente do modal rodoviário.
“Dentro da estratégia da Rumo, a Malha Central havia aberto novos mercados para a empresa, como Goiás, Tocantins e, agora, com Iturama, entra o Triângulo Mineiro, aumentando a abrangência geográfica da ferrovia”, afirma Palma.
O terminal da Coruripe
O terminal rodoferroviário Comendador Rubem Montenegro Wanderley vai operar em regime de pool, o que reduz custos e eleva a produtividade do transporte. O gerenciamento da infraestrutura será feito pela Usina Coruripe, cabendo à Rumo o transporte ferroviário até o Porto de Santos. Com isso, vai atender todo o Triângulo Mineiro e as usinas do sul de Goiás. A eficiência operacional é o principal diferencial da unidade, que conta com uma área total de 20 hectares.
A estrutura inclui uma pera ferroviária para agilizar o processo de carregamento, dois tombadores, um armazém de 45 mil toneladas de capacidade estática e uma tulha de carregamento de 1.500 toneladas por hora, com potencial para carregar três trens por dia de forma ágil e eficiente. Já na parte de recepção rodoviária, a capacidade prevista é de quase 300 caminhões por dia. Considerando cada caminhão carregado com 35 toneladas, poderá receber 10 mil toneladas por dia.
A implantação criou 350 empregos diretos na região – sendo 300 pessoas contratadas para a construção e outras 50 para a efetiva operação. A nova unidade está dentro de uma das unidades da Coruripe.
Fonte: Diário do Comércio
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“Dizem que atrás da ferrovia vem o progresso. E, depois de décadas de espera, a chegada da Rumo trouxe também a ferrovia para o Centro-Oeste, uma das regiões mais pujantes do Brasil em termos de desenvolvimento econômico e social. Nosso setor é um grande exportador e, estando a quase 800 quilômetros do porto, sempre trouxe custos significativos para as empresas na região do Triângulo Mineiro, Sul de Goiás e Sudeste de Mato Grosso do Sul. A conclusão da ferrovia Malha Central, ligando o Centro-Oeste ao Sul, oferecerá uma alternativa de transporte mais eficiente, econômica e ambientalmente melhor, tornando-se uma alavanca de crescimento do setor sucroenergético nessas regiões”, disse o presidente da Usina Coruripe, Mario Lorencatto, em seu discurso.
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O vice-presidente comercial da Rumo, Pedro Palma, considera que a unidade em Iturama tem localização estratégica, levando-se em conta a grande produção de açúcar na região. Com o novo terminal, o fluxo de operação será otimizado, uma vez que até agora tinha logística pouco favorável e dependente do modal rodoviário.
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O terminal da Coruripe
O terminal rodoferroviário Comendador Rubem Montenegro Wanderley vai operar em regime de pool, o que reduz custos e eleva a produtividade do transporte. O gerenciamento da infraestrutura será feito pela Usina Coruripe, cabendo à Rumo o transporte ferroviário até o Porto de Santos. Com isso, vai atender todo o Triângulo Mineiro e as usinas do sul de Goiás. A eficiência operacional é o principal diferencial da unidade, que conta com uma área total de 20 hectares.
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Fonte: Diário do Comércio