array(31) {
["id"]=>
int(140116)
["title"]=>
string(84) "Serra do Curral: presidente do Iepha que negou anuência à mineração é exonerado"
["content"]=>
string(5047) "PATRIMÔNIO
O presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha), Felipe Cardoso Vale Pires, foi exonerado na manhã deste sábado (14), pouco menos de um mês após ter afirmado, em ofício expedido em 22 de março, que o projeto de mineração que autoriza a Tâmisa a atuar na Serra do Curral, em Belo Horizonte, não teve anuência do órgão.
A decisão, assinada pelo governador Romeu Zema (Novo), foi publicada no "Minas Gerais". No lugar dele, assume a arquiteta Marília Palhares Machado, também nomeada pelo chefe do Executivo. Por ora, não há mudanças certas no cenário jurídico relacionado à mineração na serra.
O licenciamento para a mineração na Serra do Curral pela Tâmisa foi aprovado em 30 de abril. Foram oito votos a favor e quatro contrários. Na data, a empresa recebeu o aval do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) para instalação do complexo industrial na Serra do Curral. Contudo, é necessário que haja anuência do Iepha e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para que a proposta seja elegível a aprovação.
SEGUIR
Em duas instâncias, durante audiência pública realizada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) no último dia 5, o governo estadual desconsiderou a necessidade da tramitação nos institutos. O secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônias Oliveira, não comentou sobre o assunto durante sua fala no plenário e, o superintendente de Projetos Prioritários, Rodrigo Ribas, chegou a dizer que o projeto tinha sido aprovado no Iepha.
No ofício emitido no final de março, o órgão pontua que ele, contudo, “não passou por análise deste Instituto, quanto à avaliação de impacto ao patrimônio cultural, e não possui manifestação/anuência expedida por este órgão estadual de proteção”.
“A última anuência expedida por este Instituto consta do OF.GAB.PR. N° 1403/2018, de 14 de dezembro de 2018, anexo, e se refere à análise inicial do projeto minerário do empreendimento supracitado”, completa o texto. O Iepha ainda detalhou que “é necessária a apresentação de estudos completos acompanhados de toda documentação pertinente à avaliação de impacto ao patrimônio cultural para nova análise por este Instituto”.
Em nota, o Governo de Minas Gerais afirmou que a decisão da saída de Felipe nada tem relação com o processo de licenciamento da Serra do Curral.
O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), informa que a arquiteta e urbanista Marília Palhares Machado assume a presidência do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG).
O arquiteto Felipe Cardoso Vale Pires deixa o cargo a pedido encaminhado há três meses, após cumprir transição durante o processo de escolha da nova presidente. A mudança, portanto, não tem relação com o processo de licenciamento da Serra do Curral. O desligamento oficial foi publicado na edição deste sábado (14/5) do Diário Oficial de Minas Gerais.
Felipe Pires esteve à frente do Iepha no período de maio de 2021 a maio de 2022.
O Governo de Minas agradece os serviços prestados.
A alternância na presidência do Iepha dará continuidade às boas práticas de gestão e condução transparente dos trabalhos.
Manifestação
Neste domingo (15), o Viva Espaço Lúdico organizou um “ato de amor à Serra do Curral”, com programação entre 8h50 e 10h30, em protesto à aprovação da mineração no ponto turístico belo-horizontino.
"
["author"]=>
string(32) " LUCAS NEGRISOLI / otempo.com.br"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(591876)
["filename"]=>
string(20) "serradocurral-bh.png"
["size"]=>
string(6) "574356"
["mime_type"]=>
string(9) "image/png"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(9) "marquivo/"
}
["image_caption"]=>
string(116) " Empreendimento de mineração na Serra do Curral tem causado polêmica em Minas — Foto: Flávio Tavares / O TEMPO"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(100) "A decisão, assinada pelo governador Romeu Zema (Novo), foi publicada no 'Minas Gerais'
"
["author_slug"]=>
string(29) "lucas-negrisoli-otempo-com-br"
["views"]=>
int(283)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(78) "serra-do-curral-presidente-do-iepha-que-negou-anuencia-a-mineracao-e-exonerado"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(435)
["name"]=>
string(5) "Minas"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(5) "minas"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(435)
["name"]=>
string(5) "Minas"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(5) "minas"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-05-14 23:09:40.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2022-05-15 21:30:06.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2022-05-15T21:30:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(29) "marquivo/serradocurral-bh.png"
}
PATRIMÔNIO
O presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha), Felipe Cardoso Vale Pires, foi exonerado na manhã deste sábado (14), pouco menos de um mês após ter afirmado, em ofício expedido em 22 de março, que o projeto de mineração que autoriza a Tâmisa a atuar na Serra do Curral, em Belo Horizonte, não teve anuência do órgão.
A decisão, assinada pelo governador Romeu Zema (Novo), foi publicada no "Minas Gerais". No lugar dele, assume a arquiteta Marília Palhares Machado, também nomeada pelo chefe do Executivo. Por ora, não há mudanças certas no cenário jurídico relacionado à mineração na serra.
O licenciamento para a mineração na Serra do Curral pela Tâmisa foi aprovado em 30 de abril. Foram oito votos a favor e quatro contrários. Na data, a empresa recebeu o aval do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam) para instalação do complexo industrial na Serra do Curral. Contudo, é necessário que haja anuência do Iepha e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para que a proposta seja elegível a aprovação.
SEGUIR
Em duas instâncias, durante audiência pública realizada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) no último dia 5, o governo estadual desconsiderou a necessidade da tramitação nos institutos. O secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônias Oliveira, não comentou sobre o assunto durante sua fala no plenário e, o superintendente de Projetos Prioritários, Rodrigo Ribas, chegou a dizer que o projeto tinha sido aprovado no Iepha.
No ofício emitido no final de março, o órgão pontua que ele, contudo, “não passou por análise deste Instituto, quanto à avaliação de impacto ao patrimônio cultural, e não possui manifestação/anuência expedida por este órgão estadual de proteção”.
“A última anuência expedida por este Instituto consta do OF.GAB.PR. N° 1403/2018, de 14 de dezembro de 2018, anexo, e se refere à análise inicial do projeto minerário do empreendimento supracitado”, completa o texto. O Iepha ainda detalhou que “é necessária a apresentação de estudos completos acompanhados de toda documentação pertinente à avaliação de impacto ao patrimônio cultural para nova análise por este Instituto”.
Em nota, o Governo de Minas Gerais afirmou que a decisão da saída de Felipe nada tem relação com o processo de licenciamento da Serra do Curral.
O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), informa que a arquiteta e urbanista Marília Palhares Machado assume a presidência do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG).
O arquiteto Felipe Cardoso Vale Pires deixa o cargo a pedido encaminhado há três meses, após cumprir transição durante o processo de escolha da nova presidente. A mudança, portanto, não tem relação com o processo de licenciamento da Serra do Curral. O desligamento oficial foi publicado na edição deste sábado (14/5) do Diário Oficial de Minas Gerais.
Felipe Pires esteve à frente do Iepha no período de maio de 2021 a maio de 2022.
O Governo de Minas agradece os serviços prestados.
A alternância na presidência do Iepha dará continuidade às boas práticas de gestão e condução transparente dos trabalhos.
Manifestação
Neste domingo (15), o Viva Espaço Lúdico organizou um “ato de amor à Serra do Curral”, com programação entre 8h50 e 10h30, em protesto à aprovação da mineração no ponto turístico belo-horizontino.