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Garis de Belo Horizonte varrem, por ano, aproximadamente 500 mil quilômetros de sarjeta. E o trabalho, segundo os próprios servidores, fica ainda mais árduo no dia a dia, já que muitos insistem em desrespeitar as normas e depositar lixo nas ruas, mesmo com lixeiras próximas.
Segundo informou a prefeitura da capital mineira, a extensão varrida pelos garis equivale a 12 voltas e meia ao redor da terra, se considerarmos os cerca de 40 mil quilômetros da linha do Equador, e é maior do que os 384 mil quilômetros que separam o nosso planeta da Lua.
Os trabalhos são realizados por 618 garis em ruas, avenidas e outros logradouros públicos pavimentados, podendo ser executado manual ou mecanicamente.
“A verdade é que a maioria joga o lixo nas ruas e não na lixeira, sendo entulho em geral, muita coisa mesmo. E isso dificulta ainda mais o nosso trabalho”, contou o gari Wallison Evandro Alves Oliveira, de 25 anos, considerando, ainda, que produtos pequenos atrapalham ainda mais o serviço.
“O mais difícil que as pessoas podem jogar é a guimba de cigarro, além de garrafas pet, que podem cair e entupir a boca de lobo”, concluiu.
Capina
Os números da capina também são impactantes. Por ano, o serviço é executado em cerca de 37 mil quilômetros de sarjeta. Ainda segundo a PBH, a média dos resíduos de varrição e da capina recolhidos em Belo Horizonte chega a 80 toneladas por dia. Os resíduos são levados para o aterro sanitário de Macaúbas, no município de Sabará, na região metropolitana, onde são adequadamente destinados.
“Em Belo Horizonte, o planejamento e a frequência da varrição variam conforme as características de ocupação dos logradouros, a intensidade do trânsito, o tipo de arborização e o fluxo de transeuntes, podendo ser uma vez a cada duas semanas, semanal, alternada ou diariamente. Em alguns locais, devido ao intenso fluxo de pedestres e atividade comercial, os serviços de varrição são executados de segunda a sábado”, informou a administração municipal por meio de nota.
Já a capina nas vias é feita pelo menos quatro vezes ao ano, em toda a cidade. Cerca de 500 trabalhadores estão diretamente envolvidos nesse serviço.
“Cada um tem que cumprir o seu papel, capinando e mantendo a limpeza do lote, inclusive não deixando espalhados recipientes que possam acumular água e contribuir para a proliferação da dengue”, afirmou a chefe do Departamento de Serviços de Limpeza Urbana da SLU, Erika Santos Resende. Ela explica, ainda, que o proprietário que não realizar a limpeza do lote está sujeito a multa no valor de R$ 2.427,95.
Para Erika, a população pode colaborar com o trabalho de varrição dos garis com ações simples. “Não jogue lixo ou entulho nas vias públicas, córregos, lotes vagos, bueiros e encostas. Além de poluir a cidade, o lixo entope bocas de lobo e pode provocar enchentes. No trânsito, respeite os cones de sinalização que protegem os varredores. E, por fim, zele pela conservação dos cestos coletores. A depredação é prejudicial a todos”, finalizou.
* Com Valéria Marques
hojeemdia.com.br
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Garis de Belo Horizonte varrem, por ano, aproximadamente 500 mil quilômetros de sarjeta. E o trabalho, segundo os próprios servidores, fica ainda mais árduo no dia a dia, já que muitos insistem em desrespeitar as normas e depositar lixo nas ruas, mesmo com lixeiras próximas.
Segundo informou a prefeitura da capital mineira, a extensão varrida pelos garis equivale a 12 voltas e meia ao redor da terra, se considerarmos os cerca de 40 mil quilômetros da linha do Equador, e é maior do que os 384 mil quilômetros que separam o nosso planeta da Lua.
Os trabalhos são realizados por 618 garis em ruas, avenidas e outros logradouros públicos pavimentados, podendo ser executado manual ou mecanicamente.
“A verdade é que a maioria joga o lixo nas ruas e não na lixeira, sendo entulho em geral, muita coisa mesmo. E isso dificulta ainda mais o nosso trabalho”, contou o gari Wallison Evandro Alves Oliveira, de 25 anos, considerando, ainda, que produtos pequenos atrapalham ainda mais o serviço.
“O mais difícil que as pessoas podem jogar é a guimba de cigarro, além de garrafas pet, que podem cair e entupir a boca de lobo”, concluiu.
Capina
Os números da capina também são impactantes. Por ano, o serviço é executado em cerca de 37 mil quilômetros de sarjeta. Ainda segundo a PBH, a média dos resíduos de varrição e da capina recolhidos em Belo Horizonte chega a 80 toneladas por dia. Os resíduos são levados para o aterro sanitário de Macaúbas, no município de Sabará, na região metropolitana, onde são adequadamente destinados.
“Em Belo Horizonte, o planejamento e a frequência da varrição variam conforme as características de ocupação dos logradouros, a intensidade do trânsito, o tipo de arborização e o fluxo de transeuntes, podendo ser uma vez a cada duas semanas, semanal, alternada ou diariamente. Em alguns locais, devido ao intenso fluxo de pedestres e atividade comercial, os serviços de varrição são executados de segunda a sábado”, informou a administração municipal por meio de nota.
Já a capina nas vias é feita pelo menos quatro vezes ao ano, em toda a cidade. Cerca de 500 trabalhadores estão diretamente envolvidos nesse serviço.
“Cada um tem que cumprir o seu papel, capinando e mantendo a limpeza do lote, inclusive não deixando espalhados recipientes que possam acumular água e contribuir para a proliferação da dengue”, afirmou a chefe do Departamento de Serviços de Limpeza Urbana da SLU, Erika Santos Resende. Ela explica, ainda, que o proprietário que não realizar a limpeza do lote está sujeito a multa no valor de R$ 2.427,95.
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* Com Valéria Marques
hojeemdia.com.br