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A um dia da abertura oficial do pré-Carnaval em Belo Horizonte, a participação de bandas e artistas de fora de Minas volta a ser motivo de polêmica. Ligas e associações que representam mais de 250 blocos da capital manifestaram “repúdio” às apresentações de cantores de projeção nacional na programação oficial.
Em nota conjunta, os representantes dos grupos belo-horizontinos criticam as “escolhas da gestão pública”. Segundo eles, a maioria sequer tem ligação com a cena carnavalesca de BH.
De acordo com as ligas e associações, a folia na capital mineira “se tornou o terceiro destino turístico do país porque foi erguido pelos seus artistas, artesãos, produtores, técnicos, ambulantes e foliões”. As organizações ainda afirmam que os cortejos de rua seguem com "apoio escasso" e sem "políticas permanentes de fomento".
A nota é assinada pela Liga Belorizontina, Santa Tereza Independente Liga (Si Liga), Liga dos Blocos de Rua e de Luta de Belo Horizonte (BRUTA), Associação do Blocos de Rua de BH (ABRA) e Associação dos Blocos Afro de Minas Gerais (Abafro). Os representantes ainda repudiam a “priorização de megaeventos financiados com dinheiro público em detrimento do fortalecimento estrutural dos realizadores locais”.
Neste ano, artistas como Luísa Sonza, Zé Felipe, Michel Teló, Banda Eva, Nattan, Xamã, Pedro Sampaio e a dupla Clayton & Romário têm shows confirmados na folia da capital. Com o início do Carnaval neste sábado (31), somente 10% da meta de patrocínio foram alcançados. Até o momento, os aportes financeiros somam R$ 2,3 milhões, provenientes de investimentos privados e federais.
Manifestação cultural diversa
Por meio de nota, a Belotur disse que não prioriza megaeventos ou investimento adicional de recursos públicos municipais nas atrações nacionais do Carnaval. "O principal instrumento de fomento do poder público ao Carnaval é o Edital de Auxílio Financeiro, voltado exclusivamente para os blocos de rua da capital, além das escolas de samba e dos blocos caricatos".
Segundo a PBH, as contratações de artistas de fora da cidade ou do estado são realizadas pelos organizadores dos blocos, com recursos próprios ou de parceiros privados. "Não compete ao poder público municipal interferir ou vetar escolhas artísticas feitas pelos organizadores, desde que estejam em conformidade com a legislação vigente e com as regras estabelecidas para o Carnaval".
A nota da Belotur ainda destaca que o Carnaval de BH se consolidou como "manifestação cultural diversa, democrática e construída coletivamente, que garante espaço a todos os blocos interessados em desfilar na cidade".
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Em nota conjunta, os representantes dos grupos belo-horizontinos criticam as “escolhas da gestão pública”. Segundo eles, a maioria sequer tem ligação com a cena carnavalesca de BH.
De acordo com as ligas e associações, a folia na capital mineira “se tornou o terceiro destino turístico do país porque foi erguido pelos seus artistas, artesãos, produtores, técnicos, ambulantes e foliões”. As organizações ainda afirmam que os cortejos de rua seguem com "apoio escasso" e sem "políticas permanentes de fomento".
A nota é assinada pela Liga Belorizontina, Santa Tereza Independente Liga (Si Liga), Liga dos Blocos de Rua e de Luta de Belo Horizonte (BRUTA), Associação do Blocos de Rua de BH (ABRA) e Associação dos Blocos Afro de Minas Gerais (Abafro). Os representantes ainda repudiam a “priorização de megaeventos financiados com dinheiro público em detrimento do fortalecimento estrutural dos realizadores locais”.
Neste ano, artistas como Luísa Sonza, Zé Felipe, Michel Teló, Banda Eva, Nattan, Xamã, Pedro Sampaio e a dupla Clayton & Romário têm shows confirmados na folia da capital. Com o início do Carnaval neste sábado (31), somente 10% da meta de patrocínio foram alcançados. Até o momento, os aportes financeiros somam R$ 2,3 milhões, provenientes de investimentos privados e federais.
Manifestação cultural diversa
Por meio de nota, a Belotur disse que não prioriza megaeventos ou investimento adicional de recursos públicos municipais nas atrações nacionais do Carnaval. "O principal instrumento de fomento do poder público ao Carnaval é o Edital de Auxílio Financeiro, voltado exclusivamente para os blocos de rua da capital, além das escolas de samba e dos blocos caricatos".
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A nota da Belotur ainda destaca que o Carnaval de BH se consolidou como "manifestação cultural diversa, democrática e construída coletivamente, que garante espaço a todos os blocos interessados em desfilar na cidade".