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Profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Belo Horizonte realizaram, nesta sexta-feira (24), a quarta manifestação em frente ao Hospital João XXIII. O grupo protesta contra a decisão da administração municipal de reduzir o número de técnicos de enfermagem nas Unidades de Suporte Básico (USB). Segundo os trabalhadores, a medida configura um "desmonte" do serviço e coloca em risco a segurança de pacientes e socorristas.
O movimento, que completa uma semana, denuncia a ausência de diálogo com a Secretaria Municipal de Saúde. De acordo com a representante da categoria, Érica Santos, a proposta prevê que as ambulâncias passem a operar com apenas um técnico de enfermagem em vez de dois, o que não atenderia à complexidade das ocorrências na capital. O grupo estima que a medida possa reduzir o quadro em cerca de 180 profissionais e buscou apoio
Os trabalhadores lançaram uma petição pública online para mobilizar a sociedade, destacando que o corte de efetivo pode sobrecarregar o sistema de saúde, especialmente em áreas vulneráveis. Durante o ato, foi relembrada a atuação estratégica das equipes em grandes tragédias, como o rompimento da barragem em Brumadinho, para reforçar a necessidade de manutenção do atual contingente.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) informou que 34 profissionais contratados temporariamente durante a pandemia de covid-19 terão seus vínculos encerrados em 1º de maio, sem renovação. A pasta garantiu que as escalas serão reorganizadas para manter a assistência e que não haverá redução no número de ambulâncias em circulação.
A administração municipal ressaltou ainda que a Portaria nº 2.028/2002 estabelece como equipe mínima para unidades de suporte básico um condutor e um técnico de enfermagem. Segundo a prefeitura, este modelo já é adotado em outras cidades brasileiras e passará a ser o padrão utilizado em Belo Horizonte.
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Profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Belo Horizonte realizaram, nesta sexta-feira (24), a quarta manifestação em frente ao Hospital João XXIII. O grupo protesta contra a decisão da administração municipal de reduzir o número de técnicos de enfermagem nas Unidades de Suporte Básico (USB). Segundo os trabalhadores, a medida configura um "desmonte" do serviço e coloca em risco a segurança de pacientes e socorristas.
O movimento, que completa uma semana, denuncia a ausência de diálogo com a Secretaria Municipal de Saúde. De acordo com a representante da categoria, Érica Santos, a proposta prevê que as ambulâncias passem a operar com apenas um técnico de enfermagem em vez de dois, o que não atenderia à complexidade das ocorrências na capital. O grupo estima que a medida possa reduzir o quadro em cerca de 180 profissionais e buscou apoio
Os trabalhadores lançaram uma petição pública online para mobilizar a sociedade, destacando que o corte de efetivo pode sobrecarregar o sistema de saúde, especialmente em áreas vulneráveis. Durante o ato, foi relembrada a atuação estratégica das equipes em grandes tragédias, como o rompimento da barragem em Brumadinho, para reforçar a necessidade de manutenção do atual contingente.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) informou que 34 profissionais contratados temporariamente durante a pandemia de covid-19 terão seus vínculos encerrados em 1º de maio, sem renovação. A pasta garantiu que as escalas serão reorganizadas para manter a assistência e que não haverá redução no número de ambulâncias em circulação.
A administração municipal ressaltou ainda que a Portaria nº 2.028/2002 estabelece como equipe mínima para unidades de suporte básico um condutor e um técnico de enfermagem. Segundo a prefeitura, este modelo já é adotado em outras cidades brasileiras e passará a ser o padrão utilizado em Belo Horizonte.