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O preço médio do diesel nas bombas aumentou 80% em um ano e seis meses, em Belo Horizonte e região metropolitana. É o que aponta um levantamento divulgado pelo site de pesquisa Mercado Mineiro.
Em janeiro de 2021, o litro do combustível era R$ 3,85. Já em junho de 2022, conforme pesquisa divulgada nesta segunda-feira (13), o valor saltou para R$ 6,94. Nos últimos 30 dias, no entanto, houve uma pequena queda de 1%. Há um mês, o valor médio estava em R$ 7,02.
O estudo também mostrou que, entre um posto e outro, o preço pode variar até 9,64%. O litro do diesel mais barato foi encontrado por R$ 6,74 e o mais caro por R$ 7,39.
Ameaça de greve
Por causa do valor do diesel, há duas semanas os tanqueiros ameaçaram entrar em greve. No último dia 30, a categoria disse que cruzaria os braços se, em 15 dias, os governos federal e estadual não apresentassem solução para redução do preço do combustível.
Segundo o sindicato, o diesel representa cerca de 70% dos custos do frete, "que têm inviabilizado a continuidade do transporte rodoviário de combustíveis e de derivados de petróleo”. A entidade também questiona a falta de medidas concretas e eficazes dos governantes e da Petrobras para encontrar uma resolução para o problema.
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Em janeiro de 2021, o litro do combustível era R$ 3,85. Já em junho de 2022, conforme pesquisa divulgada nesta segunda-feira (13), o valor saltou para R$ 6,94. Nos últimos 30 dias, no entanto, houve uma pequena queda de 1%. Há um mês, o valor médio estava em R$ 7,02.
O estudo também mostrou que, entre um posto e outro, o preço pode variar até 9,64%. O litro do diesel mais barato foi encontrado por R$ 6,74 e o mais caro por R$ 7,39.
Ameaça de greve
Por causa do valor do diesel, há duas semanas os tanqueiros ameaçaram entrar em greve. No último dia 30, a categoria disse que cruzaria os braços se, em 15 dias, os governos federal e estadual não apresentassem solução para redução do preço do combustível.
Segundo o sindicato, o diesel representa cerca de 70% dos custos do frete, "que têm inviabilizado a continuidade do transporte rodoviário de combustíveis e de derivados de petróleo”. A entidade também questiona a falta de medidas concretas e eficazes dos governantes e da Petrobras para encontrar uma resolução para o problema.