array(31) {
["id"]=>
int(179380)
["title"]=>
string(100) "Operação mira grupo do setor da construção civil suspeito de sonegar R$ 26 milhões na Grande BH"
["content"]=>
string(3384) "Uma força-tarefa investiga um esquema de sonegação fiscal e de lavagem de dinheiro na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O foco da operação, deflagrada nesta terça-feira (28), é um grupo empresarial do setor de construção civil e pré-moldados que teria deixado de repassar aos cofres públicos mais de R$ 26 milhões em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Ao todo, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e de sequestro de bens em Belo Horizonte, Pedro Leopoldo, Lagoa Santa e Rio Acima. As equipes vasculharam galpões industriais, escritórios corporativos e as residências dos empresários e funcionários suspeitos de participação nas fraudes. Foram apreendidos celulares, computadores e documentos.
Rede com 19 empresas para ocultar rastro do dinheiro
Segundo o Ministério Público (MP), o grupo embutia o valor do imposto no preço dos produtos, recebia o pagamento integral dos clientes, mas não recolhia o tributo ao Estado. Para ocultar o rastro do dinheiro, os valores eram movimentados por uma rede composta por pelo menos 19 empresas interligadas.
Ainda conforme a investigação, os líderes do esquema promoviam sucessivas mudanças societárias e transferiam máquinas e imóveis para outras empresas do mesmo conglomerado, esvaziando o patrimônio das devedoras para impedir que a Justiça bloqueasse bens para o pagamento dos débitos.
O esquema identificado é classificado como o de um "devedor contumaz". Ao contrário de quem atrasa impostos por crise financeira, os investigados utilizavam a apropriação do ICMS para obter uma vantagem injusta perante os concorrentes. Ao operar com uma carga tributária praticamente nula, o grupo conseguia oferecer preços menores ou obter lucros muito acima da média.
Além das buscas físicas, a Justiça determinou a indisponibilidade de ativos financeiros e bens dos envolvidos. O montante total bloqueado ainda não foi divulgado pelo Ministério Público.
As investigações conduzidas pela Coordenadoria Regional de Defesa da Ordem Econômica e Tributária de Belo Horizonte (CAOET-BH). MP, Secretaria de Estado de Fazenda e polícias Militar e Civil integram a força-tarefa.
"
["author"]=>
string(11) "Hoje Em Dia"
["user"]=>
NULL
["image"]=>
array(6) {
["id"]=>
int(636861)
["filename"]=>
string(18) "13milhaosonega.jpg"
["size"]=>
string(5) "54697"
["mime_type"]=>
string(10) "image/jpeg"
["anchor"]=>
NULL
["path"]=>
string(0) ""
}
["image_caption"]=>
string(111) "Mandados de busca foram cumpridos em galpões das empresas suspeitas de praticar os crimes (Erick Bezerra/MPMG)"
["categories_posts"]=>
NULL
["tags_posts"]=>
array(0) {
}
["active"]=>
bool(true)
["description"]=>
string(153) "Buscas são feitas em quatro cidades da região metropolitana; foram apreendidos celulares, computadores e documentos
"
["author_slug"]=>
string(11) "hoje-em-dia"
["views"]=>
int(67)
["images"]=>
NULL
["alternative_title"]=>
string(0) ""
["featured"]=>
bool(false)
["position"]=>
int(0)
["featured_position"]=>
int(0)
["users"]=>
NULL
["groups"]=>
NULL
["author_image"]=>
NULL
["thumbnail"]=>
NULL
["slug"]=>
string(94) "operacao-mira-grupo-do-setor-da-construcao-civil-suspeito-de-sonegar-r-26-milhoes-na-grande-bh"
["categories"]=>
array(1) {
[0]=>
array(9) {
["id"]=>
int(435)
["name"]=>
string(5) "Minas"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(5) "minas"
}
}
["category"]=>
array(9) {
["id"]=>
int(435)
["name"]=>
string(5) "Minas"
["description"]=>
NULL
["image"]=>
NULL
["color"]=>
string(7) "#a80000"
["active"]=>
bool(true)
["category_modules"]=>
NULL
["category_models"]=>
NULL
["slug"]=>
string(5) "minas"
}
["tags"]=>
NULL
["created_at"]=>
object(DateTime)#539 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-04-28 14:58:47.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["updated_at"]=>
object(DateTime)#546 (3) {
["date"]=>
string(26) "2026-04-28 15:29:38.000000"
["timezone_type"]=>
int(3)
["timezone"]=>
string(13) "America/Bahia"
}
["published_at"]=>
string(25) "2026-04-28T15:20:00-03:00"
["group_permissions"]=>
array(4) {
[0]=>
int(1)
[1]=>
int(4)
[2]=>
int(2)
[3]=>
int(3)
}
["image_path"]=>
string(19) "/13milhaosonega.jpg"
}
Uma força-tarefa investiga um esquema de sonegação fiscal e de lavagem de dinheiro na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O foco da operação, deflagrada nesta terça-feira (28), é um grupo empresarial do setor de construção civil e pré-moldados que teria deixado de repassar aos cofres públicos mais de R$ 26 milhões em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Ao todo, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e de sequestro de bens em Belo Horizonte, Pedro Leopoldo, Lagoa Santa e Rio Acima. As equipes vasculharam galpões industriais, escritórios corporativos e as residências dos empresários e funcionários suspeitos de participação nas fraudes. Foram apreendidos celulares, computadores e documentos.
Rede com 19 empresas para ocultar rastro do dinheiro
Segundo o Ministério Público (MP), o grupo embutia o valor do imposto no preço dos produtos, recebia o pagamento integral dos clientes, mas não recolhia o tributo ao Estado. Para ocultar o rastro do dinheiro, os valores eram movimentados por uma rede composta por pelo menos 19 empresas interligadas.
Ainda conforme a investigação, os líderes do esquema promoviam sucessivas mudanças societárias e transferiam máquinas e imóveis para outras empresas do mesmo conglomerado, esvaziando o patrimônio das devedoras para impedir que a Justiça bloqueasse bens para o pagamento dos débitos.
O esquema identificado é classificado como o de um "devedor contumaz". Ao contrário de quem atrasa impostos por crise financeira, os investigados utilizavam a apropriação do ICMS para obter uma vantagem injusta perante os concorrentes. Ao operar com uma carga tributária praticamente nula, o grupo conseguia oferecer preços menores ou obter lucros muito acima da média.
Além das buscas físicas, a Justiça determinou a indisponibilidade de ativos financeiros e bens dos envolvidos. O montante total bloqueado ainda não foi divulgado pelo Ministério Público.
As investigações conduzidas pela Coordenadoria Regional de Defesa da Ordem Econômica e Tributária de Belo Horizonte (CAOET-BH). MP, Secretaria de Estado de Fazenda e polícias Militar e Civil integram a força-tarefa.